Queques de chocolate


No âmbito das atividades desenvolvidas no CAA,  os alunos participaram em sessões que integraram tarefas de organização e uma atividade prática de cozinha. Inicialmente, foi realizada a organização da dispensa para o 2.º período, bem como a elaboração do respetivo plano de atividades do mês de janeiro, promovendo o sentido de responsabilidade, autonomia e planeamento.

Após esta etapa, os alunos envolveram-se na confeção de queques de chocolate, seguindo a receita com entusiasmo e colaboração. A atividade permitiu trabalhar competências funcionais, sociais e práticas, num ambiente motivador e inclusivo.

No final, os queques foram degustados por todos, proporcionando um momento de convívio e valorizando o esforço e o empenho dos alunos ao longo da atividade.

Os queques estavam deliciosos! Deixamos a receita:

Leituras de Camões na Biblioteca Escolar

No dia 23 de janeiro, a Biblioteca Escolar juntou-se à iniciativa nacional de leituras simultâneas de textos camonianos, integrada nas comemorações dos 500 anos do nascimento de Luís de Camões (2024–2026), promovendo o contacto com a obra do poeta e envolvendo a comunidade educativa na celebração deste importante marco da cultura portuguesa.

As turmas visitaram a biblioteca, organizadas em pares de diferentes anos de escolaridade, e partilharam leituras em voz alta de excertos de Os Lusíadas e de poesia lírica camoniana. Os alunos mais novos trouxeram ainda momentos de canto que encantaram todos os presentes.

A Biblioteca Escolar agradece a colaboração de todos os que contribuíram para o sucesso desta iniciativa.

Parlamento dos Jovens – Sessão escolar e eleição


Realizou-se recentemente, na nossa escola, a Sessão Escolar e o processo de votação para a eleição dos deputados, no âmbito da participação democrática dos alunos e da promoção da cidadania ativa.

Após a votação, foram eleitos como deputados os alunos Daniel Santos (9.º B) e Diego Campos (9.º A), tendo sido designado como deputado suplente o aluno João Pedro Marques (9.º B), sendo proposto o aluno Rodrigo Francisco (9.º A) para candidato à presidência da mesa da sessão distrital.

No decurso da sessão, foram também apresentadas e discutidas as medidas a levar à fase distrital, centradas no reforço da literacia financeira junto dos alunos, nomeadamente:

  • Integração de atividades de educação financeira nas disciplinas de Cidadania e Desenvolvimento e Matemática;
  • Criação de projetos de educação financeira em contexto de turma, recorrendo a jogos pedagógicos e simuladores;
  • Implementação de um Laboratório de Literacia Financeira, equipado com recursos tecnológicos e ferramentas de inteligência artificial, com vista ao desenvolvimento de competências transversais nesta área.

Esta iniciativa constituiu uma experiência significativa de participação democrática, reflexão crítica e envolvimento cívico, valorizando o papel dos alunos na construção de uma escola mais consciente, participativa e preparada para os desafios do futuro.

Leituras simultâneas de textos camonianos

No âmbito das comemorações dos 500 anos de Camões, na próxima sexta-feira, 23 de janeiro de 2026, o AE de Santa Cruz da Trapa participa na iniciativa de leituras simultâneas de textos camonianos ou inspirados na sua obra.

Trata-se de uma experiência coletiva de leitura e apreciação da obra de Luís de Camões, à escala nacional e internacional, que visa fortalecer o vínculo cultural com o legado do poeta, através de uma ação sincronizada que unirá alunos de todas as faixas etárias em torno da herança camoniana.

Sessão Escolar do Parlamento dos Jovens

No dia 22 de janeiro, pelas 15h10, o Auditório da EBI acolherá a Sessão Escolar do Parlamento dos Jovens 2025/2026, uma iniciativa que promove a participação cívica e democrática dos alunos.

Sob o mote da literacia financeira, a sessão constitui um espaço de debate, reflexão e apresentação de propostas, permitindo aos jovens exercerem o direito à palavra, à argumentação e à tomada de decisão informada sobre temas com impacto no seu quotidiano e no futuro coletivo.

Esta atividade assume-se como um momento pedagógico de grande relevância, incentivando o espírito crítico, a responsabilidade e o envolvimento ativo dos alunos na vida democrática da escola e da sociedade.

Orçamento Participativo das Escolas

O Orçamento Participativo das Escolas (OPE) constitui uma oportunidade que garante aos alunos/as a possibilidade de participarem no desenvolvimento de um projeto que contribua para a melhoria das escolas que frequentam e do qual possa beneficiar ou vir a beneficiar toda a comunidade escolar.

Potenciando o surgimento de projetos que promovam uma participação ativa e informada dos cidadãos, o OPE tem como objetivos cimeiros fomentar o espírito de cidadania e valorizar a opinião e a capacidade argumentativa dos/as estudantes nos processos de decisão.

Objetivos específicos: 

Objetivos

  • Estimular a participação democrática dos/as estudantes, valorizando as suas opiniões e a sua capacidade argumentativa, de reflexão e de mobilização coletiva, assim como o conhecimento prático de alguns mecanismos básicos da vida democrática.
  • Combater o défice de confiança e o afastamento dos cidadãos/ãs, sobretudo mais jovens, relativamente às instituições democráticas.
  • Reforçar a gestão democrática das escolas, estimulando a participação dos/as estudantes.
  • Mobilizar os alunos/as para a participação democrática ao serviço da recuperação de todos/as e da resiliência das suas escolas.

Atividades

  • Desenvolvimento e apresentação de propostas — até ao final do mês de fevereiro;
  • Divulgação e debate das propostas — nos 10 dias úteis anteriores à votação;
  • Votação das propostas — no dia 24 de março, ou num dia útil anterior a esta data, caso aquele dia não seja dia útil ou coincida com interrupção letiva;
  • Apresentação dos resultados — até cinco dias úteis após a votação;
  • Planeamento da execução — até ao final do maio;
  • Execução da medida — até ao final do respetivo ano civil.

Processo

1 – As propostas são entregues até ao final do mês de fevereiro, presencialmente, ao educador social Dário Gomes, ou ao Professor Mário Nogueira ou ao Professor Rogério Ramos.
2 – Cada proposta de orçamento participativo deve:
a) Ser subscrita, individualmente, por um estudante proponente, ou em grupo, por um máximo de 5 estudantes proponentes;
b) Ser apoiada por, pelo menos, 5% dos estudantes do 3.º Ciclo do ensino básico e/ou do ensino secundário, que frequentam a escola em causa, sendo claramente identificados pelo seu nome, número de estudante e assinatura.
3 – As propostas são contidas num texto até 1000 palavras, com ou sem imagem ilustrativa, e devem referir expressamente a sua compatibilidade com outras medidas em curso na escola e a sua exequibilidade com a dotação local atribuída ao orçamento participativo.
4 – Na primeira semana de março, deve realizar-se uma reunião entre a coordenação local da medida e os proponentes das várias propostas, no sentido de clarificar e ajustar as propostas aos recursos providenciados por esta medida, sendo possível, nesta fase, o aperfeiçoamento, a fusão ou a desistência de propostas.

Este projeto é dirigido aos alunos do 3.º ciclo do ensino básico. 

Para mais informações:
OPEscolas – Orçamento Participativo das Escolas

Bebras – Castor Informático

O Agrupamento de Escolas de Santa Cruz da Trapa participou na 7.ª edição do desafio Bebras – o Castor Informático, que decorreu entre os dias 10 a 21 de novembro, tendo os resultados e diplomas de participação das provas por diferentes escalões, sido divulgados no passado dia 19 de janeiro.

Os alunos deste Agrupamento, entre os 5.º e 9º anos de escolaridade,    participaram naquele desafio internacional do pensamento computacional, tendo cinco deles alcançado o Top1%, trinta e nove o Top10% e vinte e um alunos o Top25%.

A 6.ª edição do desafio Bebras – o Castor Informático contou com a participação recorde de 149474 alunos, provenientes de 792 escolas de 26 distritos/regiões, incluindo Portugal, Angola, Moçambique, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Macau e Timor-Leste.

Organizada pela Bebras, com o apoio da TreeTree2, do Departamento de Ciências de Computadores da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, Deloitte Portugal e da Fundação Calouste Gulbenkian, a iniciativa procurou fomentar o pensamento computacional entre alunos, potenciando a resolução de problemas e o conhecimento em informática, preparando o alunos para as competências do futuro, numa prova de 45 minutos com 12 perguntas com três níveis de dificuldade (fácil, média e difícil).

Docentes do Agrupamento dinamizam o Projeto “Reflexevolução: Refletir para evoluir”

Iniciativa reforça a supervisão pedagógica entre pares e contribui para a melhoria da qualidade do ensino

Um grupo de professores do Agrupamento, desde educadoras de infância a professores do 3.º ciclo do ensino básico, aderiu voluntariamente ao projeto “Reflexevolução: Refletir para evoluir”, uma iniciativa integrada no Plano de Ação TEIP 4 – Eixo 2: Lideranças, cujo objetivo central passa por reforçar a qualidade do ensino através da reflexão conjunta, da partilha de boas práticas e da identificação de estratégias que promovam o sucesso dos alunos.

Através de momentos estruturados de observação, reflexão e partilha, os docentes envolvidos no projeto procuram identificar áreas de melhoria nas práticas letivas, partilhar estratégias e metodologias inovadoras, promover o desenvolvimento profissional contínuo, com impacto no sucesso dos alunos

Durante as sessões plenárias de sensibilização e monitorização ocorridas nos dias 19 de dezembro e 14 de janeiro, houve ainda oportunidade para a partilha de uma experiência de autoestudo, desenvolvida no âmbito de um estudo de doutoramento no ramo da supervisão e avaliação, que destaca uma metodologia internacionalmente reconhecida que incentiva os profissionais a refletirem sobre as suas conceções e práticas pedagógicas, apoiados por interações colaborativas com “amigos críticos”.

Esta participação voluntária dos professores evidencia o compromisso do Agrupamento com uma cultura de melhoria contínua, colaboração e desenvolvimento profissional.

Ação de Capacitação para Mentores e Mentorados promove competências sociais no 5.º A

No dia 14 de janeiro, realizou-se no auditório uma ação de capacitação para mentores e mentorados, dirigida aos alunos da turma do 5.º A, dinamizada pelo educador social da escola. A iniciativa integrou-se nas estratégias de promoção do desenvolvimento pessoal, social e relacional dos alunos, reforçando práticas educativas centradas na cooperação e no apoio entre pares.

A sessão teve como principal objetivo sensibilizar os alunos para o papel da mentoria, clarificando responsabilidades, atitudes e competências associadas tanto ao papel de mentor como de mentorado. Ao longo da atividade, foram trabalhados temas como a empatia, a escuta ativa, o respeito mútuo, a comunicação positiva e a importância do apoio entre colegas no contexto escolar.

A ação foi bem acolhida pelos alunos, que demonstraram interesse e motivação ao longo da sessão, evidenciando a relevância deste tipo de iniciativas na promoção do bem-estar, da inclusão e do sucesso educativo. A capacitação de mentores e mentorados constitui, assim, um contributo significativo para o fortalecimento das relações interpessoais e para a construção de uma escola mais solidária e participativa.

Sessão online do GAAF reforça competências parentais junto de pais e encarregados de educação

No dia 13 de janeiro de 2026, a equipa do GAAF promoveu a sessão online “Gritos e Apitos: como ser Pai e Mãe!”, dirigida a pais e encarregados de educação, com o objetivo de refletir sobre os desafios da parentalidade na atualidade.

A iniciativa contou com uma participação ativa dos presentes e centrou-se na abordagem de práticas parentais positivas, estratégias de comunicação eficazes e na importância da definição de regras e limites, enquanto pilares essenciais para relações familiares mais equilibradas e promotoras do desenvolvimento saudável de crianças e jovens.

A sessão foi dinamizada pela Dra. Melanie Tavares, psicóloga clínica, com funções de coordenação no Instituto de Apoio à Criança, reconhecida pela sua vasta experiência na área da infância e adolescência. Ao longo da sessão, a especialista partilhou contributos teóricos e exemplos práticos, fomentando a reflexão e o diálogo com os participantes sobre situações do quotidiano familiar.

A equipa GAAF faz um balanço positivo da ação, destacando a pertinência dos temas abordados, reafirmando o seu compromisso na promoção de iniciativas que reforcem as competências parentais e o bem-estar das famílias.