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Ação de sensibilização

Ciclo de Conversas com Famílias para pais/EE da Educação Pré-escolar (EPE)”

No dia 25 de junho, na Biblioteca Escolar, decorreu uma conversa entre encarregadas de educação de crianças da EPE, técnicas do GAAF (terapeuta da fala, psicóloga e animadora sociocultural) e professora bibliotecária, na qual se partilharam dúvidas e estratégias, dentro de temáticas inerentes ao desenvolvimento da criança e, ainda, no âmbito da transição escolar para o 1.º ano de escolaridade.

Foi um diálogo construtivo e rico, ao qual se juntou, também, o diretor do AESCT.

A equipa GAAF agradece a todos a presença e excelente participação!

Ciência Viva no pátio da EBI – conclusão

No dia 18 de junho, os alunos do 3.º e 4.º anos da EBI tiveram oportunidade de conversar, virtualmente, com o Dr. Samuel  Duarte (do CERVAS) para lhe mostrar os resultados da investigação acerca da biodiversidade animal do recreio da EBI. Esta iniciativa decorreu no âmbito do projeto “Ciência Viva no pátio”, em conjunto com o clube CCVnoAESCT.

Os alunos tiveram oportunidade de esclarecer dúvidas com o investigador, clarificando a identificação das espécies encontradas no 1.º encontro, e verificando a existência de um ecossistema, relacionando as joaninhas, com as formigas e os pulgões.

Com a sua participação no referido projeto, os alunos puderam verificar e  realizar uma investigação usando o método científico, despertando a sua curiosidade e interesse pela Ciência, pelo Ambiente e Ecologia.

Enquanto coordenadora do CCVnoAESCT, agradeço o envolvimento de todos os alunos, seus professores (profs. Fátima, Rosa,  Agostinho e Carina), assim como aos investigadores, sempre disponíveis e atentos!

“A Ciência está em todo o lado! Até no nosso recreio… “

Breve Biografia de António Gomes Beato

Neste ano de 2024, os alunos da EB1 de Manhouce celebram o centésimo terceiro aniversário sobre o nascimento do professor e poeta, nosso conterrâneo, António Gomes Beato.

Através desta breve biografia, dedicamos-lhe uma sincera e honrosa homenagem, produzida durante o 3.º Período, nas aulas de Oficina de Leitura e Escrita.

Os alunos da Escola de Manhouce
Dinis Carvalho, Matilde Duarte, Lucas Ferreira, João Duarte, Marta Rocha

BIOGRAFIA

O professor e poeta António Gomes Beato, nasceu em Manhouce a 10 de junho de 1921.

Filho de João Gomes Beato, natural de Manhouce, e de Maria José Silvestre Campos Beato, natural de Vilarinho do Monte, da freguesia de Manhouce. É de louvar, pois foram os primeiros pais de Manhouce, ambos aqui nascidos e aqui residentes, que vivendo só da agricultura puseram um filho a estudar no Liceu.

Foi casado com Maria Fernanda Barbosa Beato, nascida em Vilarinho da Castanheira (Carrazeda de Ansiães) e formada pela Escola do Magistério Primário de Bragança.

António Gomes Beato teve a sorte de nascer no troço em que o Rio Vouga caprichou nas suas margens repletas de flores coloridas e perfumadas. Manhouce, aldeia serrana, situada no Maciço da Gralheira com os olhos virados a sul para a serra do Caramulo.

«Ó Gralheira altiva, minha serra agreste,
Meu lençol de arminho em manhãs de inverno,
Dá-me os puros ares que em menino deste,
Leva-me ao carinho do meu lar paterno.

Manhouce!
Terra nobre, hospitaleira,
Que do cimo da Gralheira,
Chama por ti.

Ó meu jardim,
Terra encantada
Onde eu nasci.»

“Canções do Vouga”

António Gomes Beato fez a Instrução Primária na Escola de Manhouce, frequentou na sua juventude o Liceu Alexandre Herculano do Porto, o Colégio da Via Sacra em Viseu (1938), o Colégio João de Deus no Porto (1942), para finalizar o Curso da Escola do Magistério Primário da Capital do Norte (1944).

Ainda no Porto, tentou ingressar na Escola das Belas Artes da cidade invicta, tendo mesmo sido aprovado no exame de admissão. Mas, a vida obriga-o a dar aulas nas escolas das originárias serras, tendo iniciado a carreira de professor na Escola de Valadares, freguesia contígua à de Manhouce.

De 1944 a 1956, foi professor na Escola de Manhouce onde, também, se dedicou à formação da sua gente conterrânea através da criação do Curso Noturno da Campanha Nacional de Educação de Adultos (CNEA), com a frequência diária de 40 alunos.

Integrada nesta (CNEA), organizou a Tuna Musical de Manhouce com o apoio musical do maestro Álvaro de Campos. Ainda criou um Grupo Cénico que, juntamente com a Tuna, realizou magníficas exibições. Foi fundador da Cantina Escolar de Manhouce, onde era servida diariamente uma sopa confecionada pela sua irmã Benta Gomes Beato, num panelão de ferro em cima de uma fogueira. Homem ativo, conseguiu angariar verbas para a construção do respetivo edifício e para a sua manutenção. Com a ajuda de muitos manhoucenses comprou a imagem de S. João Batista que está na Igreja Paroquial de Manhouce.

As boas práticas pedagógicas no ensino foram distinguidas com o prémio da Casa das Beiras de Lisboa, com Diploma de Honra e assento no livro dos Beneméritos da Instrução, louvores estes atribuídos pela ação educativa desenvolvida na escola de Manhouce (1949). Sendo um pedagogo emérito e profissional exemplar, foi chamado a lecionar na Escola do Magistério Primário de Lisboa e a inspecionar os cursos da Campanha Nacional de Educação de Adultos naquele distrito (1956/57).

Um ano mais tarde, é convidado para ser professor no ensino liceal do Colégio Luís de Camões, na Beira, em Moçambique. Nesta província ultramarina desempenhou cargos de inspeção e orientador pedagógico do Ensino das Missões na Diocese da Beira-Tete (1961/63). Também fez parte do Grupo de Estudos e Trabalhos para o Aperfeiçoamento do Ensino e dirigiu vários Cursos de Formação de Professores moçambicanos e de aperfeiçoamento de professores do Ensino Primário.

De regresso ao continente, depois de duas décadas dedicadas à Educação, fixou residência em Miramar, Vila Nova de Gaia.

No entanto, nunca esqueceu as suas raízes e origens serranas. Em 1977 foi um dos organizadores e participante do Grupo Etnográfico de Cantares e Trajes de Manhouce.

Os seus méritos foram reconhecidos em vida, com a atribuição de várias menções honrosas e de inúmeros prémios em concursos de poesia e Jogos Florais. Recebeu o Prémio Casa das Beiras pela sua obra educativa realizada em Manhouce desde 1944 até à data da sua morte. Foi homenageado pelas Casas de Lafões, de Lisboa, do Rio de Janeiro e da Casa da Beira Alta-Porto.

Após a sua morte, os seus amigos lafonenses também lhe dedicaram uma honrosa homenagem, com a colocação na casa onde nasceu de uma quadra da autoria do ilustre Dr. Celso Cruzeiro.

Da sua vasta obra destacam-se três publicações ligadas a Lafões: “Cortejo de Oferendas”; “Canções do Vouga” e “ Lafões a Tradição e a Lenda”.

Faleceu no dia 4 de junho de 2001.

Está sepultado no cemitério de Valença do Minho, distrito de Viana do Castelo. 

Tuna Musical de Manhouce (o primeiro em baixo, da direita para a esquerda).

Exposição trabalhos dos alunos – 2.º CEB

Encontra-se patente no átrio na escola, uma exposição com trabalhos concretizados no terceiro período, nas disciplinas de Educação Visual, Educação Tecnológica e Complemento de Educação Artística de Arte em Movimento.

Foi um trabalho que resultou em momentos salutares de aprendizagem, permitindo desenvolver competências de saber fazer e de agir, bem como de comunicação. Na concretização dos trabalhos foi notória uma grande recetividade por parte dos alunos, vivenciando-se momentos de grande entusiasmo e partilha de ideias e saberes.

Janela da Primavera

Passadas as férias da Páscoa, observamos da nossa janela como estava tudo tão diferente lá fora. “As árvores já têm mais folhas”, observou a Iara enquanto constatávamos as mudanças. “Eu vejo florzinhas!”, anuiu a Emma. 

Partimos para mais perguntas e respostas acentuadas pelas vozinhas das crianças da sala B do Jardim de Infância de Santa Cruz da Trapa. Sem mais demoras, abrimos a porta para o parque e as crianças colheram amostras das preciosidades que a primavera oferece e que lhes faziam encher os olhos de alegria e cor. 

Esta recolha trouxe à mesa de trabalho a questão seguinte: O que é preciso para as plantas crescerem? 

Que tal se vos contar uma história, de quando eu era assim, pequenina como vocês, perguntei-lhes. Claro que quiseram ouvir, e lá foi… “A viagem da sementinha”, de M. Isabel Loureiro e Norberto Nunes.

Explorada a história quiseram também experimentar o processo de semear e ver crescer uma plantinha nova.  Mais algumas pesquisas na internet e averiguamos o que era necessário para que tudo corresse bem: “Para a minha planta crescer precisa de uma semente, água, terra e sol.” – diz a Mara

A plantação da semente realmente aconteceu e encarregou-se, diariamente, o “ajudante do dia” do processo de cuidar do crescimento da sementeira do grupo.

E como vibram estes pequeninos com os progressos da germinação das suas sementinhas. Muito preocupados porque a sementinha da Benedita desapareceu. O que lhe terá acontecido?… “Foram as formigas”, diz o Daniel. Mas que grande preocupação se gerou. Não faltaram ofertas dos colegas para cederem um embrião à amiguinha para levar para casa.

E assim vos deixo uma breve alusão ao fascinante mundo do jardim infância, onde o aprender da criança se faz das suas vivências.

Educadora Vera Neves
Sala B, Jardim de Infância de Santa Cruz da Trapa

Sensibilização/formação nas saídas de campo | alunos 2.º e 3.º ciclos

Os técnicos do GAAF, com o apoio de assistentes operacionais, promoveram a ocupação de alunos dos 2.º e 3.º ciclos, durante a realização de provas de aferição e/ou provas finais, concretamente nos dias 3, 4, 6, 11 e 12 de junho, integrando os seguintes momentos de formação/sensibilização:
– Sessão de Yoga (com professora convidada – Rita Feijão);
– Visita/sensibilização com Bombeiros Voluntários de Santa Cruz da Trapa;
– Encontro intergeracional na ARCA;
– Cinema no Centro Cultural da Casa do Povo de SCT.

Agradece-se a estimável colaboração das entidades parceiras referidas. 

Equipa GAAF

Visita de estudo Clube de Artes e Clubes Ciência Viva (Ambiente, Astronomia e Ciências, e Robótica)

No dia 14 de junho, encerrando as atividades letivas, 42 alunos dos 2.º e 3.º ciclos, realizaram uma visita de estudo, acompanhados pelas professoras Ana Cruz, Ana Paulo e Isabel Cardoso. Esta visita insere-se nas atividades do projeto CCVnoAESCT (Ciência Viva) visando consolidar as aprendizagens realizadas pelos alunos nas atividades extra curriculares que desenvolveram nos clubes, ao longo do ano letivo. Foram múltiplos e variados os desafios que lhes foram propostos, e muitos os projetos em que os alunos participaram com entusiasmo. Foram selecionados os alunos mais assíduos, participativos e empenhados nas atividades propostas nos diferentes clubes.

O dia começou por uma visita guiada ao Museu do Quartzo (#museusdeviseu), no Monte de Santa Luzia, no qual os alunos puderam observar amostras de minerais de várias zonas do planeta, e aprender acerca deste minério (quartzo) e suas utilizações no nosso quotidiano.

À tarde, fomos à Quinta da Cruz (museu de arte contemporânea da cidade de Viseu), no qual houve possibilidade de assistir a um filme de animação acerca do ciclo da água, realizar um workshop sobre as espécies invasoras em Portugal (numa vertente de educação ambiental), e ainda, visitar a exposição temporária “O movimento do traço”, onde estão patentes obras do artista viseense José Mouga.

As professoras agradecem aos alunos dos clubes a sua participação, parabenizando o seu empenho e criatividade durante todo o ano letivo.

Agradecemos, ainda, aos monitores dos espaços visitados, Raquel, Guilherme e Carina, que tão bem nos receberam e apresentaram as coleções de ambos os museus, e ao educador ambiental, Gabriel, pela mensagem de preservação da Natureza que nos passou.

Os clubes regressam no próximo ano letivo, com mais desafios para os nossos alunos!

Aventuras Planetárias na EBI

No passado dia 11 de junho, esteve na nossa escola, no âmbito do projeto CCVnoAESCT, a Dra. Vera Assis Fernandes #aventurasplanetarias , especialista em geologia lunar. Com os alunos do 7.º ano, foi desenvolvido um workshop onde puderam investigar e caracterizar amostras de rochas, a fim de descobrirem se eram meteoritos. Os alunos mediram algumas propriedades das rochas (densidade, massa, volume, cor, magnetismo…), e concluíram, com base nas descobertas, se as amostras estudadas eram provenientes do Espaço.

Durante a tarde, foi proporcionada, aos alunos do 2.º ciclo, uma palestra “À caça de meteoritos na Antártida”, na qual a especialista partilhou com os alunos a sua experiência neste continente gelado. Também se proporcionou o contacto dos alunos com amostras de rochas, provenientes de vários locais no planeta, e meteoritos.

Foi mais um momento interessante, no qual a Ciência e a divulgação da Ciência permitiram aos alunos consolidar conhecimentos adquiridos nas aulas, reconhecendo a importância da aprendizagem. O nosso agradecimento especial à Dra. Vera Fernandes, com quem gostámos muito de passar o dia!

DAC “Dia Mundial do Ambiente” (Ciência Viva)

Durante a semana de 3 a 7 de junho, os alunos das turmas do 8.º ano celebraram o Dia Mundial do Ambiente, na disciplina de físico-química, integrando o projeto CCVnoAESCT. Os alunos foram desafiados a  pesquisar acerca dos fatores físicos e químicos que podem afetar o cultivo das espécies vegetais.

Nesta senda, realizaram atividades práticas nas quais puderam medir e  verificar a influência do pH  dos solos na horta pedagógica, concluindo que o solo dos terrenos da escola tem características ácidas, sendo bom para o desenvolvimento de espécies como mirtilos, ou a urze. Os alunos, ainda, verificaram a importância da sombra das árvores na temperatura do solo, verificando que, nas mesmas condições de inclinação e exposição solar, a presença da sombra das árvores permite baixar a temperatura do solo cerca de 5 ºC.

Pesquisando acerca do crescimento das plantas com a luz do Sol, descobriram que a luz de Led´s azuis é mais apropriada para desenvolver as sementes, enquanto que a luz de Led´s vermelhos permite aumentar o crescimento das plantas.

Desta forma, foi possível aos alunos verificar a importância da Ciência para o nosso dia a dia, e a aplicação prática dos conteúdos da disciplina.