Eco – Escolas

O Eco-Escolas é um programa internacional da “Foundation for Environmental Education”, desenvolvido em Portugal desde 1996 pela ABAE (atualmente designada ABAAE – Associação Bandeira Azul de Ambiente e Educação). Pretende encorajar ações e reconhecer o trabalho de qualidade desenvolvido pela escola, no âmbito da Educação Ambiental para a Sustentabilidade.

O programa é coordenado a nível internacional, nacional, regional e de escola. Esta coordenação multinível permite a confluência para objetivos, metodologias e critérios comuns que respeitam a especificidade de cada escola relativamente aos seus alunos e caraterísticas do meio envolvente.

O programa está orientado para a implementação da Agenda 21 ao nível local, visando a aplicação de conceitos e ideias de educação e gestão ambiental à vida quotidiana da escola. As ações concretas desenvolvidas pelos alunos e por toda a comunidade educativa, proporcionar-lhes-ão a tomada de consciência que simples atitudes individuais podem, no seu conjunto, melhorar o Ambiente global.

Atividades a desenvolver no ano letivo 2024/2025:

– Galinheiro e horta Pedagógica
Construir um galinheiro e uma horta pedagógica para promover a educação ambiental, melhorar a relação dos alunos com a natureza e desenvolver competências ao nível do bem-estar e cuidado animal.

– Comemoração de efemérides relacionadas com o tema do ambiente.

– Dia Eco-Escolas.

– Recolha de rolhas de cortiça, tampas de plástico, pilhas.

 – Outras atividades.

Conselho Eco-Escolas – 2024/2025
Representantes dos Alunos

Leonor Rodrigues Ferreira – (8.ºA)               

Tiago Oliveira Bastos – (8.º B)                        

Ana Catarina Tavares Silva – (8.º B)                  

Sónia Duarte – (8.º B)                                         

Flor Maria Guedes Teixeira – (7.º B)                 

Marta Filipa Gonçalves Martins – (9.º A)         

Matilde Silva Oliveira – (9.º A)                           

Fábio Dinis Almeida – (8.º B)                              

Maria Leonor Batista Ferreira – (9.º B)             

Fátima Raquel Martins Ferreira – (9.º B)           

Gil Silva Lemos – (9.º A)                                       

Representante do Pessoal Não Docente

Vicente Almeida Rodrigues               

Representante dos Encarregados de Educação

Dionísio Vasconcelos                        

Representante da Câmara Municipal

Teresa Sobrinho                               

Responsáveis:

Professor Rogério Ramos

Professora Ana Paulo

Educador Social Dário Gomes

Pop-up Inclusivo

Este novo projeto consiste numa publicação (duas vezes por período), na página do agrupamento, de um cartaz digital pop-up, elaborado pelos alunos, em colaboração com docentes e técnicos. Visa o contacto com ferramentas digitais e, principalmente, a sensibilização de toda a comunidade para diversas problemáticas e barreiras à aprendizagem.

Certificado Selo ‘Escola Sem Bullying|Escola Sem Violência’ – 2023/24

A nossa escola conquista mais um ano o selo “Escola Sem Bullying | Escola Sem Violência”.

Reconhecemos esta distinção como reflexo do compromisso e esforço contínuo de toda a Comunidade Educativa em promover um ambiente escolar saudável e propício ao desenvolvimento integral dos alunos.

Esperamos que esta distinção continue a estimular sucessos futuros no âmbito do bem-estar escolar.

Gabinete “Porta Aberta”

O que é o Gabinete “Porta Aberta”?

O Gabinete “Porta Aberta” é um projeto, englobado no “Projeto Educação para a Saúde”, que pretende ser um espaço de atendimento, aconselhamento, acompanhamento e encaminhamento dos alunos para serviços especializados, sempre que se julgue oportuno. Visa dar respostas eficazes aos problemas concretos dos alunos e da comunidade educativa e, assim, contribuir para o desenvolvimento harmonioso dos alunos nas suas diferentes dimensões: individual, familiar, escolar e social. É um local onde é garantida a confidencialidade e onde os alunos podem:

  • Expor os seus problemas pessoais (falar de assuntos que os preocupam e pedirem ajuda);
  • Falar de assuntos relacionados com afetos, sexualidade, infeções e/ou doenças, alimentação, exercício, sono, amigos, família, namoro, tabaco, álcool, entre outros;
  • Procurar ajuda ao nível dos trabalhos de casa;
  • Esclarecer dúvidas relativamente a conteúdos programáticos;
  • Participar/colaborar em atividades levadas a cabo pelo PES/Departamentos.
(mais…)

Projeto “Escola Alerta”

Concurso “Escola Alerta!” 2024/2025 (21.ª edição)

Escola e equipa de trabalho:

GAAF/NAAI/CRI-ASSOL/Centro Qualifica do Agrupamento de Escolas de Santa Cruz da Trapa (AESCT), entre outros colaboradores internos e externos – Câmara Municipal de São Pedro do Sul, Associação de Pais e Encarregados de Educação do AESCT (APAST); Associação de Solidariedade Social de Lafões (ASSOL); Agrupamento de Escolas Grão Vasco, Centro de Recursos TIC para a Educação Especial (CRTIC) de Viseu e músico Omiri.

Designação/título do trabalho: livro antológico inclusivo/HISTÓRIAS DE UMA ESCOLA “In” Cantada

Categoria a que concorre: Educação Pré-escolar e Primeiro Ciclo

Objetivos (gerais) (Regulamento n.º 858/2024, de 7 de agosto) 

1. Sensibilizar e incentivar os alunos a identificar todo e qualquer tipo de obstáculo e desafios inerentes à promoção da igualdade de oportunidades, no respeito pelos direitos humanos e, em particular, pelos direitos das pessoas com deficiência; 
2. Sensibilizar e incentivar os alunos a participar na sinalização e na superação de todo e qualquer tipo de atitude discriminatória de que sejam alvo as pessoas em geral e, em particular, as pessoas com deficiência; 
3. Promover a identificação das principais barreiras à participação social existentes nas escolas e na comunidade, nomeadamente quanto à mobilidade e acessibilidade ao meio edificado, à comunicação e à informação, quanto ao acesso à educação ou ao emprego e/ou cultura, desporto e lazer, como contributos inventariados para a construção de uma sociedade efetivamente inclusiva; 
4. Envolver o maior número possível de crianças, alunos, docentes e outros elementos da comunidade educativa na reflexão imprescindível sobre os princípios consignados na Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência; 
5. Divulgar trabalhos elaborados nas escolas por crianças e alunos, sob orientação dos educadores de infância e dos docentes e/ou técnicos, mediante a apresentação de propostas de solução exequíveis e inovadoras para a sua concretização.

Objetivos específicos (tendo em conta os gerais do Regulamento n.º 858/2024, de 7 de agosto):

(1) Sensibilizar e incentivar os alunos para a identificação de obstáculos e desafios, na escola,  inerentes à promoção da igualdade de oportunidades, de pessoas com deficiência e/ou doença, e/ou diferentes proveniências culturais; (2) sensibilizar e incentivar os alunos a participar na sinalização e superação de barreiras e de atitudes discriminatórias, de que possam ser alvo as pessoas com deficiência e/ou doença, e/ou diferentes proveniências culturais; (3) promover a identificação das principais barreiras à participação social existentes nas escolas, nomeadamente quanto à mobilidade e acessibilidade ao meio edificado, à comunicação e à informação e quanto ao acesso à educação; (4) envolver o maior número possível de crianças, alunos, docentes e outros elementos da comunidade educativa, bem como parceiros externos, na reflexão imprescindível sobre a inclusão; (5) promover a literacia, enquanto veículo de comunicação, através de um livro inclusivo, acessível ao maior número possível de pessoas; (6) desenvolver a criatividade, nos alunos, através da interpretação e produção de conteúdos ilustrativos; (7) divulgar trabalhos, no âmbito da inclusão, elaborados por crianças e alunos, sob orientação de docentes e técnicos, associando-os a datas comemorativas/outras atividades do AESCT.

Metodologia utilizada na realização do trabalho:
(respetivos alunos e profissionais, mencionados na ficha técnica do livro)

de outubro a fevereiro: articulação da equipa responsável integrando reuniões formais do Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família (GAAF) e do Núcleo de Apoio à Aprendizagem e à Inclusão (NAAI), bem como informais, para debate, planificação e distribuição de tarefas, com vista a culminar na criação e divulgação de um livro antológico, inclusivo e acessível; 13 de novembro: aprovação/validação do projeto em conselho pedagógico; de 14 de novembro a 5 de dezembro: envolvimento de seis turmas do 1.º Ciclo, sob orientação de docentes e técnicos, na exploração de temas específicos, inerentes à inclusão, nas suas diversas dimensões (deficiência, doença e/ou diversidade cultural), partindo do mote “E se recebêssemos na nossa turma um(a) aluno(a) com/de…”, que resultou na produção dos textos/histórias/canção; de 3 a 17 de dezembro: crianças da educação pré-escolar e uma turma do 1.º Ciclo exploraram e ilustraram as criações dos colegas mais velhos; e, em cada grupo, procedeu-se à votação das três ilustrações para figurarem no livro; para além disso, de 3 a 9 de dezembro, na Semana da Diversidade e da Inclusão do AESCT, ficaram algumas destas produções patentes na exposição “Olhares e modos de ver a diferença”; de janeiro a fevereiro: revisões de texto; oralização por alunos; traduções de todos os textos para inglês e, um deles, alusivo à temática da migração, traduzido para mais quatro idiomas; e foi criado o fantoche “In”; de 10 a 21 de fevereiro: contactos com Agrupamento de Escolas Grão Vasco e elaboração dos vídeos em língua gestual portuguesa; de 17 a 25 de fevereiro: alunos do 5.º, do 7.º e 8.º anos criaram ilustrações para a capa, tendo a equipa responsável pelo projeto selecionado a ilustração da mesma. Perspetiva futura de fevereiro a 16 de maio – escrita do livro em Braile (CRTIC de Viseu), livro físico, pelas mãos de pessoas apoiadas pela ASSOL; divulgação do livro por toda a comunidade, em parceria com a autarquia, no Seminário Dia da Família (16 de maio) – Painel “A diversidade nas comunidades”.

Recursos Utilizados: 

  • recursos audiovisuais (telemóvel, computador/projetor, microfones, programas de edição – Canva e outros sites/aplicações…); material de sala de aula; material de desgaste (folhas, feltro, macramé, lápis de cor…).

Resultados obtidos: 
(pontos fortes, pontos fracos, como se sentiram os alunos ao participar, avaliação global)

De acordo com a observação direta, a equipa verificou um forte envolvimento, interesse e entusiasmo por parte das crianças/alunos. Considera como ponto forte a disseminação global de uma obra literária acessível, resultante de uma reflexão/identificação, em sala de aula, de barreiras e de soluções para a integração/valorização da diversidade, de pessoas com deficiência e/ou doentes, em contexto escolar, promovendo a igualdade e a não discriminação. Outro ponto forte deste projeto foi a parceria com diversos elementos internos, bem como com entidades parceiras. Como ponto fraco, salienta-se, apenas, o tempo disponível para a concretização de tudo o que a equipa sonhou, que só poderá concretizar-se em maio do presente ano letivo. Do questionário aplicado ao 1.º Ciclo (ver informação complementar em 2.2), salienta-se que os alunos sentiram que as suas ideias e sugestões foram valorizadas, tendo todos eles avaliado a atividade de forma extremamente positiva.

Boletim da Trapa (julho de 2024)

Ser astronauta – A missão X no AESCT

Durante o ano letivo, os alunos do clube de Astronomia e Ciências, assim como os alunos do 7.º A, participaram no desafio da agência nacional ESERO – Missão X (Treinar como um astronauta), no âmbito do projeto CCVnoAESCT.

Os alunos realizaram atividades científicas (no clube) e físicas (nas aulas de educação física do 7.ºA e do 5.º A), e puderam verificar as dificuldades de locomoção no Espaço, e na ISS, a importância do exercício físico para fortalecer os ossos e contrariar o efeito da microgravidade, a dificuldade em identificar sabores na ausência do olfato, a importância da luz, do solo e nutrientes para o crescimento das plantas, a rapidez dos seus reflexos e o tamanho relativo da Terra e da Lua, entre outras atividades.

Com a participação dos alunos neste desafio, veio o resultado final, tendo a nossa  equipa E.T. (Exploradores da Trapa) alcançado o 1.º lugar no nosso país. É motivo de orgulho este resultado!

Com a conclusão deste desafio, os alunos ficaram mais alerta para a dificuldade de viver na Estação Espacial Internacional (ISS), para a necessidade de praticar exercício físico, e desenvolveram capacidades de questionamento e análise, imbuídos do espírito de Cientistas/Astronautas…

Agradeço aos alunos, ao professor Mário, a disponibilidade e o entusiasmo com que fechamos esta competição!

Isabel Cardoso
Coordenadora projeto CCVnoAESCT

Ciência Viva no pátio da EBI – conclusão

No dia 18 de junho, os alunos do 3.º e 4.º anos da EBI tiveram oportunidade de conversar, virtualmente, com o Dr. Samuel  Duarte (do CERVAS) para lhe mostrar os resultados da investigação acerca da biodiversidade animal do recreio da EBI. Esta iniciativa decorreu no âmbito do projeto “Ciência Viva no pátio”, em conjunto com o clube CCVnoAESCT.

Os alunos tiveram oportunidade de esclarecer dúvidas com o investigador, clarificando a identificação das espécies encontradas no 1.º encontro, e verificando a existência de um ecossistema, relacionando as joaninhas, com as formigas e os pulgões.

Com a sua participação no referido projeto, os alunos puderam verificar e  realizar uma investigação usando o método científico, despertando a sua curiosidade e interesse pela Ciência, pelo Ambiente e Ecologia.

Enquanto coordenadora do CCVnoAESCT, agradeço o envolvimento de todos os alunos, seus professores (profs. Fátima, Rosa,  Agostinho e Carina), assim como aos investigadores, sempre disponíveis e atentos!

“A Ciência está em todo o lado! Até no nosso recreio… “