Visita de Estudo às Termas de S. Pedro do Sul

No dia 5 de maio, as crianças dos Jardins de Infância de Serrazes e de Manhouce, e os alunos da escola de Manhouce foram ao Balneário Rainha D. Amélia, ao Museu Termal e ao Balneário Romano visitar a piscina onde D. Afonso Henriques tratou uma fratura grave na perna sofrida na batalha de Badajoz, em 1169.

Fomos muito bem recebidos pelo Afonsinho e pela Amelinha e aprendemos muitas coisas interessantes sobre 2000 anos de histórias a promover saúde e bem-estar.

Concurso “Ler na Pista do pormenor”

Durante a Festa da Primavera, os alunos do 2.º ciclo participaram no concurso “Ler na Pista do pormenor”.

Este é o momento de divulgar os vencedores e agradecer a dedicação à leitura. 

No 5.º ano verificou – se um empate e, por isso, não tivemos uma, mas duas vencedoras, a saber: Leonor Vinagre, do 5.ºA e Rita Vasconcelos, do 5.º B. 

No 6.º ano, recebeu o merecido prémio, o Tiago Bastos, do 6.º A. 

Parabéns a todos! 

Bootcamp de Saúde Mental Juvenil

Dário Gomes, educador social do AESCT e Joana Ferreira, psicóloga do agrupamento de escolas D. Afonso Henriques (Guimarães) organizaram o I Bootcamp de Saúde Mental Juvenil com o apoio da Associação Inovterra (Tarouca).

Entre os dias 28 e 30 de abril, cerca de trinta jovens estiveram em Tarouca para discutir assuntos relacionados com as questões de saúde mental. O programa contou com momentos de ócio e de muita diversão, mas também de momentos de partilha e reflexão individual e em grupo. Neste desiderato, foram utilizadas metodologias de educação não formal, como world café, photovoice, mindfulness, apresentação de trabalhos e outras dinâmicas que potenciam a aprendizagem.

Esta iniciativa pretende ser o pontapé de saída para a mudança de paradigma no trabalho a realizar com os jovens no âmbito da saúde mental.

Para Dário Gomes, educador social do AESCT, o programa tem um potencial enorme na forma como pode potenciar o desenvolvimento de competências pessoais e sociais da população juvenil e não só, ao mesmo tempo que pode ser uma aposta importante na prevenção dos problemas relacionados com a saúde mental. Segundo a sua perspetiva, a escola tem de ser um lugar que ultrapassa a tradicional transmissão de conhecimentos do século passado. Os jovens do século XXI precisam de outros estímulos, que são igualmente importantes e que devem ser alinhados com as aprendizagens académicas realizadas em sala de aula. A educação não formal deve andar de mãos dadas com a educação formal realizada dentro das escolas portuguesas. 

Para Joana Ferreira, psicóloga do Agrupamento de Escolas D. Afonso Henriques, conciliar a educação não formal com aquilo que é preconizado no perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória é uma oportunidade única que consubstancia as aprendizagens realizadas na estrutura escolar e que é transportada para o que é o desenvolvimento de competências transversais para a vida adulta.

Diogo Santos, aluno do 9.º ano do AESCT refere “adorei este fim de semana, foi incrível. Adorei as estratégias utilizadas para aplicar os conhecimentos e, principalmente, a possibilidade de desenvolver competências de socialização e os laços criados ao longo destes três dias. Conhecer pessoas novas e aprofundar os meus relacionamentos com as que já conhecia foi a melhor parte. Saí de Tarouca com o coração mais quente, pois, pelo menos eu, deixei um pouco de mim, mas com certeza trouxe muitas coisas destes dias memoráveis e sensacionais. O conhecimento é uma troca, quem ensina, também agrega alguma aprendizagem, por mais mínima que possa parecer. Ninguém é tão grande que não possa aprender, nem ninguém é tão pequeno que não possa ensinar. E eu aprendi tanto nesta experiência.”

Os técnicos envolvidos encontram-se a desenvolver funções nas respetivas escolas e estão enquadrados no âmbito do Programa Nacional de Promoção do Sucesso Escolar (PNPSE).

Esta atividade contou, também, com o apoio do Instituto Português do Desposto e Juventude (IPDJ).

25 de abril em poesia

No âmbito da disciplina de Oficina de Leitura e de Escrita, os alunos da turma do 4.º ano da Escola Básica Integrada de Santa Cruz da Trapa produziram acrósticos relacionados com o Dia da Liberdade, experienciando formas lúdicas e criativas de expressão escrita. Expressaram os seus sentimentos e impressões inerentes ao valor da Liberdade que, atualmente, temos o privilégio e o direito de viver!

As crianças do Jardim de Infância de Sta. Cruz da Trapa, vinculam-se a sentimentos altruístas!…

O Jardim de Infância de Sta. Cruz da Trapa, sala B, curvou-se a uma iniciativa solidária e irrecusável pelos contornos sociais que assume. Assim, aceitou a intervenção, e num gesto altruísta associou-se à Campanha “Laço Azul” (Blue Ribbon-História do Laço Azul). Em contexto de sala de aula, com base em pesquisas realizadas, as crianças refletiram sobre a importância de valorizar atitudes positivas, como afetos, respeito, cooperação, partilha, parentalidade assertiva, bem como, sobre a necessidade de adoção de uma cultura preventiva e de respeito à CRIANÇA.

Sob a perspetiva de promover uma profícua articulação com a comunidade educativa e recorrendo à Natureza como fonte inspiradora, numa ação conjunta, por uma causa que é de todos, as crianças, encarregados de educação e auxiliares elaborarem flores com motivos subordinados à temática “Laço Azul”, as quais foram colocadas numa área exterior ao Jardim de Infância recriando um espaço significativo e sincronizado. Pretendeu-se, deste modo, consciencializar o público em geral para a problemática, querendo surpreender com o cenário idealizado e suscitar a pergunta, o que significa o “Laço Azul”?

Parafraseando Fernando Pessoa, “Mas o melhor do mundo são as Crianças” …

Vamos, todos, ajudá-las a serem felizes!

Obrigado a todos os intervenientes que incorporaram esta atividade com exímia solicitude e compromisso evidenciando a expressão sincera dos mais elevados e nobres sentimentos, inerentes ao Ser Humano.

Abril de 2023
Jardim de Infância de Sta. Cruz da Trapa

Ação de sensibilização – Práticas e Fundamentos da educação ao ar livre

No dia 26 de abril, o educador social organizou, em colaboração com o CLDS 4G de São Pedro do Sul, uma ação dirigida a pais/encarregados de educação, professores do 1.º ciclo e educadoras de infância subordinada ao tema “Práticas e Fundamentos da educação ao ar livre”. Com esta ação pretendeu-se reforçar a importância do brincar no desenvolvimento das aprendizagens dos alunos.
A apresentação foi realizada pela educadora de infância e especialista em educação ao ar livre, Joana Pinto, e teve uma duração de cerca de sessenta minutos. A atividade foi desenvolvida no Polo Pedagógico de Carvalhais e permitiu a partilha entre todos os participantes.
Estiveram presentes dez docentes, um não docente, oito pais/encarregados de educação e onze crianças.

O “25 de abril” contado às crianças do JI de Sta. Cruz da Trapa

As crianças que frequentam o Jardim de Infância de Sta. Cruz da Trapa, sala B, assinalaram a efeméride relacionada com o 25 de Abril, com uma iniciativa que incluiu o convite ao Tenente Coronel, Júlio Meneses e a um ex-combatente da guerra colonial, Prof. José Luís Campos, para abordarem um tema de dimensão histórica e social da época, como um acontecimento relevante da história nacional.

Com a sua inexcedível e franca disponibilidade, deslocaram-se à escola, dotados de sólidos conhecimentos históricos, contando de forma simples, mas cheia de simbolismo, situações e vivências únicas.

Assistiu-se, assim, a momentos peculiares de convivência, facilitando às crianças a compreensão de um momento histórico, passado, e o significado do feriado que se aproximava.

Num ambiente salutar de afetividade e interação, as duas personalidades convidadas descomplicaram acontecimentos “Revolução dos cravos”, conceitos “Ditadura diferente de Liberdade”, testemunharam e expuseram vivências e informações únicas, tendo as crianças intervindo com base nos conhecimentos que já possuíam, desenvolvidos, previamente, em contexto de sala da aula.

Ainda que de um modo simples, as crianças tiveram oportunidade de mobilizar valores cívicos e valorizar acontecimentos e símbolos importantes, antes e pós 25 de abril, referentes à nossa pátria, espelhando as suas aprendizagens.

No final, evocando e celebrando a liberdade, os convidados e familiares foram presenteados, pelas crianças, com cravos vermelhos e com a entoação de uma canção “Uma gaivota voava, voava…” deixando, os mesmos, exteriorizar um misto de sentimentos, emoções e saudade.

Aos convidados, Tenente Coronel, Júlio Meneses, Professor, José Luís e aos Encarregados de Educação, presentes, a mais profunda gratidão pelo profícuo convívio e pela insuperável interlocução, patenteando importantes ideias e conceções, que muito contribuíram para a ampliação dos conhecimentos das crianças, sobre a cultura histórica da sociedade portuguesa e para o despertar do espírito patriótico das nossas crianças…

Dia Mundial da Terra

Os alunos do 8.º ano participaram numa investigação acerca das alterações climáticas, explorando o contributo da Astronomia e da Exploração Espacial, para aumentar o conhecimento desta problemática.

Explorando o site da NASA, https://www.nasa.gov/subject/3127/climate/, descobriram a importância dos satélites na observação destas alterações.

Propuseram, ainda, algumas ações individuais para a sua mitigação.

Esta atividade insere-se no âmbito da celebração do dia Mundial da Terra, cujo tema foi “Investe no nosso Planeta!” Todos devemos contribuir para diminuir o aquecimento global… Pela saúde do nosso planeta!

Olimpíadas de Física – escalão A, Fase Regional

No dia 22 de abril, os alunos Lara Almeida, Diogo Bastos e Maria Beatriz Gomes do nono ano participaram nas Olimpíadas de Física – escalão A. A fase regional teve lugar na Universidade de Coimbra, organizada pela Sociedade Portuguesa de Física.

Os alunos participaram nesta competição de Ciência, na qual foram desafiados a realizar uma atividade prática, e a responderem a questões teóricas, sobre Física.

Durante a tarde, houve tempo para visitar o Museu Nacional Machado de Castro e o Jardim Botânico de Coimbra.

Foi um dia de muita aprendizagem, colaboração, convívio e descoberta para os alunos e professores, perfazendo mais de 150 participantes.

Os alunos foram transportados em conjunto com uma equipa de alunos do Agrupamento de Escolas de São Pedro do Sul, e respetivas docentes da disciplina de Físico-Química.

Agradecemos a todos a disponibilidade e companhia, e à Câmara Municipal de São Pedro do Sul a disponibilização do transporte.

Concurso Nacional de Leitura – Fase Intermunicipal

A Fase Intermunicipal da 16.ª Edição do Concurso Nacional de Leitura, correspondente à Comunidade Intermunicipal Viseu Dão Lafões, foi acolhida por Penalva do Castelo, a 18 de abril de 2023. As provas escritas foram realizadas na Biblioteca Municipal durante a manhã. O almoço e as provas de palco decorreram na Quinta da Ínsua.

Os alunos vencedores na fase concelhia de toda a CIM Viseu Dão Lafões, cerca de 140 participantes, realizaram as provas escritas sobre as obras selecionadas: para o secundário “O Rapaz que Prendeu o Vento” de William Kamkwamba e Bryan Mealer; para o 3.º ciclo “O Gato que Salvava Livros” de Sosuke Natsukawa; para o 2.º ciclo “História de um caracol que descobriu a importância da lentidão” de Luís Sepúlveda; e para o 1.º ciclo “Um Grão de Café” de Olinda Beja.

A tarde foi preenchida com os discursos, com histórias, momentos musicais e com as provas de palco – declamação de poemas e argumentação. Estas foram avaliadas pelo júri constituído por Francisco Carvalho, presidente do Município de Penalva do Castelo, e pelas escritoras Teresa Adão e Olinda Beja.

A representar o concelho de São Pedro do Sul, estiveram três alunos do Agrupamento de Escolas de Santa Cruz da Trapa: Ana Sofia Soares e Duarte Oliveira Neves, do 1.º Ciclo, e Diogo Oliveira Bastos, do 3. º Ciclo.

Ficam os parabéns a todos os alunos pelo seu desempenho e aos organizadores pelo acolhimento e pela experiência enriquecedora que proporcionaram!

Texto da autoria dos alunos participantes Duarte e Sofia (4.º D)

No dia 18 de abril realizaram-se as provas do Concurso Nacional de Leitura em Penalva do Castelo. Vieram connosco concorrer, catorze concelhos. Chegámos à Biblioteca Municipal de Penalva do Castelo, mostrámos o nosso cartão de cidadão e recebemos um saco com um caderno; com caneta, um convite, um certificado e um mapa. Recebemos também um identificador com o nosso nome, a escola, o ciclo de ensino e o número. Na biblioteca, antes da prova, ofereceram-nos um lanchinho para a manhã. Depois de realizarmos o teste, visitámos a Quinta da Ínsua, onde almoçámos muito bem e no fim explorámos o belo jardim da casa. Apreciámos lugares mágicos: a floresta encantada; um lago com um grande cisne branco; campos de flores; um labirinto.

No final da visita, lanchámos e fomos saber os resultados da prova. Quando o concurso acabou, saboreámos um grande bolo e houve um sorteio. Divertimo-nos à grande e viemos embora muito satisfeitos.