Escolas do Agrupamento Encerradas
18 de setembro (4.ª feira)
18 de setembro (4.ª feira)
O NAAI é um grupo de trabalho que assegura, de modo colaborativo, articulado e flexível, o acompanhamento e apoios indispensáveis ao desenvolvimento de uma educação inclusiva. Este grupo é composto por elementos permanentes (docentes especializados de educação especial, do grupo 910) e elementos variáveis (técnicos especializados do Centro de Recursos para a Inclusão (CRI) da Associação de Solidariedade Social de Lafões (ASSOL), do Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família (GAAF) e do Programa Nacional de Promoção do Sucesso Escolar (PNPSE)).
Competências da representante do NAAI
a) Convocar, presidir e coordenar as reuniões do NAAI;
b) Promover o cumprimento das orientações do Conselho Pedagógico e da Equipa Multidisciplinar;
c) Organizar um dossier com a documentação referente à educação inclusiva;
d) Promover a uniformização de critérios e instrumentos de avaliação entre os docentes;
e) Representar o NAAI nas reuniões do Conselho Pedagógico;
f) Participar e colaborar na organização de respostas educativas aos alunos com necessidades específicas de aprendizagem;
g) Articular com todas as estruturas de orientação educativa do agrupamento na implementação de medidas de suporte à aprendizagem e à inclusão;
h) Apresentar um relatório anual, do trabalho desenvolvido;
i) Elaborar e aprovar o seu próprio regimento.
Competências das docentes de educação especial
a) Colaborar na deteção de necessidades específicas de aprendizagem e na organização e incremento dos apoios educativos adequados;
b) Colaborar no desenvolvimento das medidas previstas no Decreto-Lei n.º 54/2018, de 6 de julho, relativas a alunos com necessidades específicas de aprendizagem;
c) Apoiar, de modo colaborativo e numa lógica de corresponsabilização, os demais docentes do aluno na definição de estratégias de diferenciação pedagógica, no reforço das aprendizagens e na identificação de múltiplos meios de motivação, representação e expressão;
d) Prestar apoio específico direto a crianças e jovens com necessidades específicas de aprendizagem de acordo com as medidas previstas no Relatório Técnico-Pedagógico (RTP) e no Programa Educativo Individual (PEI) e que assim o justifiquem, tendo em conta o enquadramento legal;
e) Apoiar, quando solicitado, os docentes de ensino regular em tarefas de diferenciação pedagógica, para uma melhor gestão de turmas heterogéneas em processos de educação inclusiva, numa perspetiva de escola para todos;
f) Participar, através de trabalho cooperativo/colaborativo, na definição de estratégias e na aplicação de procedimentos de orientação educativa que promovam a igualdade de oportunidades, numa abordagem multinível, ao longo do percurso escolar dos alunos e, na preparação para o prosseguimento de estudos ou para uma adequada preparação para a vida profissional;
g) Cooperar, de forma complementar, com os recursos específicos existentes na comunidade para apoio à aprendizagem e à inclusão, assim como com outras estruturas e serviços, nomeadamente, nas áreas da saúde, da segurança social, da qualificação profissional e do emprego e da cultura, das autarquias e de entidades particulares e não-governamentais, no que diz respeito às respostas das necessidades específicas de aprendizagem;
i) Colaborar, quando convocado, com o Centro de Apoio às Aprendizagens (CAA) nas respostas educativas disponibilizadas pelo agrupamento.
Centro de Recursos para a Inclusão (CRI) da Associação de Solidariedade Social de Lafões (ASSOL)
O CRI é um serviço especializado, acreditado pelo Ministério da Educação (ME), que tem como missão apoiar o agrupamento de escola na promoção da inclusão e do sucesso educativo dos alunos com medidas adicionais de suporte à aprendizagem e à inclusão, definidas no RTP e PEI, desenvolvendo o máximo de potencial de cada aluno
em parceria com as estruturas da comunidade.
O CRI atua numa lógica de trabalho de parceria pedagógica e de desenvolvimento com o agrupamento, prestando serviços especializados como facilitadores da implementação de políticas e de práticas de educação inclusiva. Os apoios especializados prestados pelos CRI, em contexto escolar, têm como finalidade contribuir para a melhoria da funcionalidade dos alunos, com vista a otimizar as suas aprendizagens e a elevar os seus níveis de participação.
A intervenção deve ter enfoque nos diferentes ambientes da escola nos quais é suposto o aluno participar, e na interação entre o aluno e esses ambientes, tendo como objetivo eliminar barreiras que dificultam ou impedem o acesso ao currículo e à participação na vida escolar.
A intervenção dos profissionais dos CRI assume uma função eminentemente colaborativa, mediante a prestação de apoio de retaguarda aos professores, pais, pares e outros profissionais, transversal às diferentes fases de intervenção educativa (avaliação, planeamento e intervenção) e visando a capacitação da equipa educativa.
A intervenção pode ainda assumir a forma de apoio em grupo, sempre que o desenvolvimento de competências passe pelo contributo dos pares, ou de apoio individual, quando o objetivo é desenvolver competências específicas a serem generalizadas.
As decisões quanto aos apoios especializados necessários e quanto à modalidade ou modalidades de intervenção articulam-se com as medidas adicionais de suporte à aprendizagem e inclusão, no contexto de uma visão holística da intervenção educativa.
Os técnicos dos CRI, enquanto elementos variáveis da equipa multidisciplinar de apoio à educação inclusiva (EMAEI), colaboram no processo de identificação de medidas de suporte, no processo de transição para a vida pós-escolar, no desenvolvimento de ações de apoio à família e na prestação de apoios especializados nos contextos educativos. O tipo de intervenção, bem como a frequência e intensidade dos apoios especializados e o contexto educativo onde são prestados, devem estar definidos no RTP e/ou PEI.
Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família (GAAF) e Programa Nacional de Promoção do Sucesso Escolar (PNPSE)
O GAAF integra um conjunto de recursos, humanos e materiais, visando prestar apoio a alunos e a famílias, e realiza as suas atividades em estreita articulação com docentes, não docentes, NAAI e CPCJ, promovendo uma escola em permanente ligação com o meio envolvente, numa dialética construtiva com a comunidade local, e contribuindo para a consecução das finalidades e dos objetivos do Projeto Educativo (PE) do agrupamento.
Integram o GAAF os seguintes técnicos especializados: uma psicóloga, uma terapeuta da fala, uma animadora sociocultural e, através do PNPSE, um educador social.
Estes técnicos têm como competências:
a) Promover a integração dos alunos na escola;
b) Contribuir para a promoção do sucesso escolar;
c) Contribuir para a prevenção do abandono escolar e do absentismo;
d) Apoiar famílias e alunos nas suas problemáticas;
e) Incentivar os alunos na formação de um projeto de vida;
f) Promover nos atores educativos sentimentos de motivação e pertença pela escola;
g) Promover a responsabilização dos pais/encarregados de educação no percurso escolar e no sucesso educativo dos seus educandos, através de uma participação ativa dos mesmos;
h) Articular com os vários profissionais e serviços especializados da comunidade;
i) Integrar, enquanto recurso humano permanente e móvel, a EMAEI, bem como colaborar no desenvolvimento das medidas de suporte à aprendizagem previstas no Decreto-Lei n.º 54/2018, de 6 de julho.

Escola e equipa de trabalho:
GAAF/NAAI/CRI-ASSOL/Centro Qualifica do Agrupamento de Escolas de Santa Cruz da Trapa (AESCT), entre outros colaboradores internos e externos – Câmara Municipal de São Pedro do Sul, Associação de Pais e Encarregados de Educação do AESCT (APAST); Associação de Solidariedade Social de Lafões (ASSOL); Agrupamento de Escolas Grão Vasco, Centro de Recursos TIC para a Educação Especial (CRTIC) de Viseu e músico Omiri.
Designação/título do trabalho: livro antológico inclusivo/HISTÓRIAS DE UMA ESCOLA “In” Cantada
Categoria a que concorre: Educação Pré-escolar e Primeiro Ciclo
Objetivos (gerais) (Regulamento n.º 858/2024, de 7 de agosto)
1. Sensibilizar e incentivar os alunos a identificar todo e qualquer tipo de obstáculo e desafios inerentes à promoção da igualdade de oportunidades, no respeito pelos direitos humanos e, em particular, pelos direitos das pessoas com deficiência;
2. Sensibilizar e incentivar os alunos a participar na sinalização e na superação de todo e qualquer tipo de atitude discriminatória de que sejam alvo as pessoas em geral e, em particular, as pessoas com deficiência;
3. Promover a identificação das principais barreiras à participação social existentes nas escolas e na comunidade, nomeadamente quanto à mobilidade e acessibilidade ao meio edificado, à comunicação e à informação, quanto ao acesso à educação ou ao emprego e/ou cultura, desporto e lazer, como contributos inventariados para a construção de uma sociedade efetivamente inclusiva;
4. Envolver o maior número possível de crianças, alunos, docentes e outros elementos da comunidade educativa na reflexão imprescindível sobre os princípios consignados na Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência;
5. Divulgar trabalhos elaborados nas escolas por crianças e alunos, sob orientação dos educadores de infância e dos docentes e/ou técnicos, mediante a apresentação de propostas de solução exequíveis e inovadoras para a sua concretização.
Objetivos específicos (tendo em conta os gerais do Regulamento n.º 858/2024, de 7 de agosto):
(1) Sensibilizar e incentivar os alunos para a identificação de obstáculos e desafios, na escola, inerentes à promoção da igualdade de oportunidades, de pessoas com deficiência e/ou doença, e/ou diferentes proveniências culturais; (2) sensibilizar e incentivar os alunos a participar na sinalização e superação de barreiras e de atitudes discriminatórias, de que possam ser alvo as pessoas com deficiência e/ou doença, e/ou diferentes proveniências culturais; (3) promover a identificação das principais barreiras à participação social existentes nas escolas, nomeadamente quanto à mobilidade e acessibilidade ao meio edificado, à comunicação e à informação e quanto ao acesso à educação; (4) envolver o maior número possível de crianças, alunos, docentes e outros elementos da comunidade educativa, bem como parceiros externos, na reflexão imprescindível sobre a inclusão; (5) promover a literacia, enquanto veículo de comunicação, através de um livro inclusivo, acessível ao maior número possível de pessoas; (6) desenvolver a criatividade, nos alunos, através da interpretação e produção de conteúdos ilustrativos; (7) divulgar trabalhos, no âmbito da inclusão, elaborados por crianças e alunos, sob orientação de docentes e técnicos, associando-os a datas comemorativas/outras atividades do AESCT.
Metodologia utilizada na realização do trabalho:
(respetivos alunos e profissionais, mencionados na ficha técnica do livro)
– de outubro a fevereiro: articulação da equipa responsável integrando reuniões formais do Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família (GAAF) e do Núcleo de Apoio à Aprendizagem e à Inclusão (NAAI), bem como informais, para debate, planificação e distribuição de tarefas, com vista a culminar na criação e divulgação de um livro antológico, inclusivo e acessível; 13 de novembro: aprovação/validação do projeto em conselho pedagógico; de 14 de novembro a 5 de dezembro: envolvimento de seis turmas do 1.º Ciclo, sob orientação de docentes e técnicos, na exploração de temas específicos, inerentes à inclusão, nas suas diversas dimensões (deficiência, doença e/ou diversidade cultural), partindo do mote “E se recebêssemos na nossa turma um(a) aluno(a) com/de…”, que resultou na produção dos textos/histórias/canção; de 3 a 17 de dezembro: crianças da educação pré-escolar e uma turma do 1.º Ciclo exploraram e ilustraram as criações dos colegas mais velhos; e, em cada grupo, procedeu-se à votação das três ilustrações para figurarem no livro; para além disso, de 3 a 9 de dezembro, na Semana da Diversidade e da Inclusão do AESCT, ficaram algumas destas produções patentes na exposição “Olhares e modos de ver a diferença”; de janeiro a fevereiro: revisões de texto; oralização por alunos; traduções de todos os textos para inglês e, um deles, alusivo à temática da migração, traduzido para mais quatro idiomas; e foi criado o fantoche “In”; de 10 a 21 de fevereiro: contactos com Agrupamento de Escolas Grão Vasco e elaboração dos vídeos em língua gestual portuguesa; de 17 a 25 de fevereiro: alunos do 5.º, do 7.º e 8.º anos criaram ilustrações para a capa, tendo a equipa responsável pelo projeto selecionado a ilustração da mesma. Perspetiva futura – de fevereiro a 16 de maio – escrita do livro em Braile (CRTIC de Viseu), livro físico, pelas mãos de pessoas apoiadas pela ASSOL; divulgação do livro por toda a comunidade, em parceria com a autarquia, no Seminário Dia da Família (16 de maio) – Painel “A diversidade nas comunidades”.
Recursos Utilizados:
Resultados obtidos:
(pontos fortes, pontos fracos, como se sentiram os alunos ao participar, avaliação global)
De acordo com a observação direta, a equipa verificou um forte envolvimento, interesse e entusiasmo por parte das crianças/alunos. Considera como ponto forte a disseminação global de uma obra literária acessível, resultante de uma reflexão/identificação, em sala de aula, de barreiras e de soluções para a integração/valorização da diversidade, de pessoas com deficiência e/ou doentes, em contexto escolar, promovendo a igualdade e a não discriminação. Outro ponto forte deste projeto foi a parceria com diversos elementos internos, bem como com entidades parceiras. Como ponto fraco, salienta-se, apenas, o tempo disponível para a concretização de tudo o que a equipa sonhou, que só poderá concretizar-se em maio do presente ano letivo. Do questionário aplicado ao 1.º Ciclo (ver informação complementar em 2.2), salienta-se que os alunos sentiram que as suas ideias e sugestões foram valorizadas, tendo todos eles avaliado a atividade de forma extremamente positiva.
Informam-se os Encarregados de Educação dos alunos do Agrupamento de Escolas de Santa Cruz da Trapa que, entre os dias 2 e 13 de setembro, a papelaria/reprografia da escola estará aberta das 8H00 às 12H00 e das 13H00 às 16H00.
A partir de 16 de setembro, o horário será diferente e afixado no local.
Informa-se a Comunidade Educativa que a EBI de Santa Cruz estará encerrada de 12 a 16 de agosto.
O Agrupamento de Escolas de Santa Cruz da Trapa, juntou-se por mais um ano ao Dia do Nariz Vermelho, através da venda solidária de produtos, sensibilizando a comunidade educativa para a missão dos doutores Palhaços junto das crianças hospitalizadas.
Agradecemos o contributo de cada pessoa que foi fundamental para esta missão, bem como agradecer à Biblioteca Escolar da EBI, nomeadamente à Dª. Sandra Oliveira e Dª. Claúdia por aceitarem também o desafio da venda dos produtos solidários.
Inês Alves Marques – animadora sociocultural
Ana Cristina Almeida – docente de HGP
Para finalizar o ano letivo, o clube de Dança TRAPEDANCE DO 1.º, 2.º e 3.º ciclo, realizaram as suas apresentações finais na festa “Há festa na escola!” organizada pela APAST (associação de pais).
Um agradecimento especial para as alunas do clube de Dança, pela sua a disponibilidade para estarem presentes nas apresentações e por mostrarem o trabalho desenvolvido com muito entusiasmo para a comunidade presente na festa.