Orçamento Participativo das Escolas

O Orçamento Participativo das Escolas (OPE) constitui uma oportunidade que garante aos alunos/as a possibilidade de participarem no desenvolvimento de um projeto que contribua para a melhoria das escolas que frequentam e do qual possa beneficiar ou vir a beneficiar toda a comunidade escolar.

Potenciando o surgimento de projetos que promovam uma participação ativa e informada dos cidadãos, o OPE tem como objetivos cimeiros fomentar o espírito de cidadania e valorizar a opinião e a capacidade argumentativa dos/as estudantes nos processos de decisão.

Objetivos específicos: 

Objetivos

  • Estimular a participação democrática dos/as estudantes, valorizando as suas opiniões e a sua capacidade argumentativa, de reflexão e de mobilização coletiva, assim como o conhecimento prático de alguns mecanismos básicos da vida democrática.
  • Combater o défice de confiança e o afastamento dos cidadãos/ãs, sobretudo mais jovens, relativamente às instituições democráticas.
  • Reforçar a gestão democrática das escolas, estimulando a participação dos/as estudantes.
  • Mobilizar os alunos/as para a participação democrática ao serviço da recuperação de todos/as e da resiliência das suas escolas.

Atividades

  • Desenvolvimento e apresentação de propostas — até ao final do mês de fevereiro;
  • Divulgação e debate das propostas — nos 10 dias úteis anteriores à votação;
  • Votação das propostas — no dia 24 de março, ou num dia útil anterior a esta data, caso aquele dia não seja dia útil ou coincida com interrupção letiva;
  • Apresentação dos resultados — até cinco dias úteis após a votação;
  • Planeamento da execução — até ao final do maio;
  • Execução da medida — até ao final do respetivo ano civil.

Processo

1 – As propostas são entregues até ao final do mês de fevereiro, presencialmente, ao educador social Dário Gomes, ou ao Professor Mário Nogueira ou ao Professor Rogério Ramos.
2 – Cada proposta de orçamento participativo deve:
a) Ser subscrita, individualmente, por um estudante proponente, ou em grupo, por um máximo de 5 estudantes proponentes;
b) Ser apoiada por, pelo menos, 5% dos estudantes do 3.º Ciclo do ensino básico e/ou do ensino secundário, que frequentam a escola em causa, sendo claramente identificados pelo seu nome, número de estudante e assinatura.
3 – As propostas são contidas num texto até 1000 palavras, com ou sem imagem ilustrativa, e devem referir expressamente a sua compatibilidade com outras medidas em curso na escola e a sua exequibilidade com a dotação local atribuída ao orçamento participativo.
4 – Na primeira semana de março, deve realizar-se uma reunião entre a coordenação local da medida e os proponentes das várias propostas, no sentido de clarificar e ajustar as propostas aos recursos providenciados por esta medida, sendo possível, nesta fase, o aperfeiçoamento, a fusão ou a desistência de propostas.

Este projeto é dirigido aos alunos do 3.º ciclo do ensino básico. 

Para mais informações:
OPEscolas – Orçamento Participativo das Escolas

Bebras – Castor Informático

O Agrupamento de Escolas de Santa Cruz da Trapa participou na 7.ª edição do desafio Bebras – o Castor Informático, que decorreu entre os dias 10 a 21 de novembro, tendo os resultados e diplomas de participação das provas por diferentes escalões, sido divulgados no passado dia 19 de janeiro.

Os alunos deste Agrupamento, entre os 5.º e 9º anos de escolaridade,    participaram naquele desafio internacional do pensamento computacional, tendo cinco deles alcançado o Top1%, trinta e nove o Top10% e vinte e um alunos o Top25%.

A 6.ª edição do desafio Bebras – o Castor Informático contou com a participação recorde de 149474 alunos, provenientes de 792 escolas de 26 distritos/regiões, incluindo Portugal, Angola, Moçambique, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Macau e Timor-Leste.

Organizada pela Bebras, com o apoio da TreeTree2, do Departamento de Ciências de Computadores da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, Deloitte Portugal e da Fundação Calouste Gulbenkian, a iniciativa procurou fomentar o pensamento computacional entre alunos, potenciando a resolução de problemas e o conhecimento em informática, preparando o alunos para as competências do futuro, numa prova de 45 minutos com 12 perguntas com três níveis de dificuldade (fácil, média e difícil).

Docentes do Agrupamento dinamizam o Projeto “Reflexevolução: Refletir para evoluir”

Iniciativa reforça a supervisão pedagógica entre pares e contribui para a melhoria da qualidade do ensino

Um grupo de professores do Agrupamento, desde educadoras de infância a professores do 3.º ciclo do ensino básico, aderiu voluntariamente ao projeto “Reflexevolução: Refletir para evoluir”, uma iniciativa integrada no Plano de Ação TEIP 4 – Eixo 2: Lideranças, cujo objetivo central passa por reforçar a qualidade do ensino através da reflexão conjunta, da partilha de boas práticas e da identificação de estratégias que promovam o sucesso dos alunos.

Através de momentos estruturados de observação, reflexão e partilha, os docentes envolvidos no projeto procuram identificar áreas de melhoria nas práticas letivas, partilhar estratégias e metodologias inovadoras, promover o desenvolvimento profissional contínuo, com impacto no sucesso dos alunos

Durante as sessões plenárias de sensibilização e monitorização ocorridas nos dias 19 de dezembro e 14 de janeiro, houve ainda oportunidade para a partilha de uma experiência de autoestudo, desenvolvida no âmbito de um estudo de doutoramento no ramo da supervisão e avaliação, que destaca uma metodologia internacionalmente reconhecida que incentiva os profissionais a refletirem sobre as suas conceções e práticas pedagógicas, apoiados por interações colaborativas com “amigos críticos”.

Esta participação voluntária dos professores evidencia o compromisso do Agrupamento com uma cultura de melhoria contínua, colaboração e desenvolvimento profissional.

Ação de Capacitação para Mentores e Mentorados promove competências sociais no 5.º A

No dia 14 de janeiro, realizou-se no auditório uma ação de capacitação para mentores e mentorados, dirigida aos alunos da turma do 5.º A, dinamizada pelo educador social da escola. A iniciativa integrou-se nas estratégias de promoção do desenvolvimento pessoal, social e relacional dos alunos, reforçando práticas educativas centradas na cooperação e no apoio entre pares.

A sessão teve como principal objetivo sensibilizar os alunos para o papel da mentoria, clarificando responsabilidades, atitudes e competências associadas tanto ao papel de mentor como de mentorado. Ao longo da atividade, foram trabalhados temas como a empatia, a escuta ativa, o respeito mútuo, a comunicação positiva e a importância do apoio entre colegas no contexto escolar.

A ação foi bem acolhida pelos alunos, que demonstraram interesse e motivação ao longo da sessão, evidenciando a relevância deste tipo de iniciativas na promoção do bem-estar, da inclusão e do sucesso educativo. A capacitação de mentores e mentorados constitui, assim, um contributo significativo para o fortalecimento das relações interpessoais e para a construção de uma escola mais solidária e participativa.

Sessão online do GAAF reforça competências parentais junto de pais e encarregados de educação

No dia 13 de janeiro de 2026, a equipa do GAAF promoveu a sessão online “Gritos e Apitos: como ser Pai e Mãe!”, dirigida a pais e encarregados de educação, com o objetivo de refletir sobre os desafios da parentalidade na atualidade.

A iniciativa contou com uma participação ativa dos presentes e centrou-se na abordagem de práticas parentais positivas, estratégias de comunicação eficazes e na importância da definição de regras e limites, enquanto pilares essenciais para relações familiares mais equilibradas e promotoras do desenvolvimento saudável de crianças e jovens.

A sessão foi dinamizada pela Dra. Melanie Tavares, psicóloga clínica, com funções de coordenação no Instituto de Apoio à Criança, reconhecida pela sua vasta experiência na área da infância e adolescência. Ao longo da sessão, a especialista partilhou contributos teóricos e exemplos práticos, fomentando a reflexão e o diálogo com os participantes sobre situações do quotidiano familiar.

A equipa GAAF faz um balanço positivo da ação, destacando a pertinência dos temas abordados, reafirmando o seu compromisso na promoção de iniciativas que reforcem as competências parentais e o bem-estar das famílias.

Cantar os Reis na EBI de Santa Cruz da Trapa

Na tarde do dia 9 de janeiro, as turmas do 1.º Ciclo da EBI de Santa Cruz da Trapa viveram um momento especial de partilha e tradição, assinalando o Dia de Reis de forma alegre e significativa. 

Nesta tarde soalheira de inverno, os alunos, acompanhados pelos seus professores titulares de turma e pelo professor de música Saul Costa, que aceitou o convite para os acompanhar,  reuniram-se no átrio da escola para cantar os Reis perante toda a comunidade escolar.
Com entusiasmo e grande afinação, as crianças interpretaram um cantar tradicional, usando coroas elaboradas por elas próprias, no âmbito das atividades desenvolvidas em sala de aula. Posteriormente, levaram os seus cantares às ruas da localidade, aproximando a escola da comunidade e espalhando alegria, música e espírito de união entre todos os que tiveram oportunidade de assistir.

Esta iniciativa permitiu valorizar as tradições populares, promover o convívio e reforçar o papel da escola como espaço vivo de cultura e cidadania.

Vozes Melodiosas e Coroas Reais: Alunos do Polo de Carvalhais Mantêm Viva a Tradição

A tradição voltou a cumprir-se na aldeia de Carvalhais. A manhã do dia 9 de janeiro foi marcada pela alegria e pela partilha. Os alunos do Polo de Carvalhais saíram da sala de aula para levar música e cor à Rua Principal, celebrando o ancestral costume de “Cantar os Reis”.

O cortejo, que coloriu as ruas da aldeia, não passou despercebido. Adornados com coroas feitas à mão — que reluziam sob o sol de inverno — os pequenos reis e rainhas desfilaram com entusiasmo, transformando a via pública num palco de celebração cultural.

O ponto alto da celebração foi a sonoridade. Com vozes melodiosas e bem ensaiadas, o grupo entoou os cânticos tradicionais da época, recuperando versos que muitos moradores já não ouviam há anos, principalmente os idosos que se encontram no Lar de 3.ª idade. A iniciativa visou não só celebrar a data, mas também estreitar os laços entre a comunidade escolar e a população local.

Ao longo da Rua Principal, a interação foi constante. Cumprindo o ritual de pedir os reis”, os alunos dirigiram-se aos moradores e comerciantes, que os receberam de portas abertas.

A atividade demonstrou ser mais do que um momento de lazer; foi uma verdadeira aula de cidadania e património. Ao preservarem estas canções e costumes, os alunos do Polo de Carvalhais garantem que a identidade da aldeia perdura para as próximas gerações.

O desfile terminou com o regresso à escola, mas o eco das vozes e o brilho das coroas deixaram na aldeia a promessa de que, em Carvalhais, a tradição dos Reis está de boa saúde e recomenda-se.

Reconhecimento do Mérito Escolar 2024/2025 de Alunos do AESCT

É com enorme satisfação e orgulho que o Agrupamento de Escolas de Santa Cruz da Trapa (AESCT) felicita os alunos que frequentam ou frequentaram esta instituição, ao longo do seu percurso académico, e foram recentemente distinguidos pelo Município de São Pedro do Sul e pelo Agrupamento de Escolas de São Pedro do Sul pelo seu empenho, dedicação e excelência:

Gabriel Manuel Costa SebastiãoMelhor aluno do 6.º ano do AESCT;
Simão Pereira Martins Melhor aluno do 9.º ano do AESCT;
Eva Ferreira VasconcelosDuplamente premiada como melhor aluna do 12.º ano;
Rodrigo Correia MatosMelhor aluno da Escola Profissional de Carvalhais;
Joana Silva LemosVencedora do Prémio Margarida e Jaime Gralheiro “Um aplauso para a Formação e para o Conhecimento”;
Maria Gomes de MatosVencedora do Prémio Professora Susana Girão, Melhor Aluno de Português do Ensino Secundário.

Celebramos o talento, a dedicação e o mérito de cada um destes alunos. Destacaram-se pelos seus resultados e pela inspiração que representam para toda a comunidade educativa. Estas distinções refletem o compromisso e a excelência que o AESCT sempre procurou promover.

Parabéns a todos os premiados! Que continuem a ser exemplo de trabalho, perseverança e sucesso. Que estas conquistas sejam um estímulo para alcançar novas metas e construir um futuro promissor!

Sessão de formação “Gritos e Apitos: como ser Pai e Mãe!”

A equipa GAAF convida à participação numa sessão de formação online, intitulada “Gritos e Apitos: como ser Pai e Mãe”, dirigida a pais e encarregados de educação. Esta sessão pretende abordar práticas parentais, estratégias de comunicação, bem como regras e limites na relação com crianças e jovens. 

Data: 13 de janeiro de 2026, terça feira
Horário: das 18h00 às 19h30
Formato: online

Temos a honra de contar como dinamizadora com a Dra. Melanie Tavares, psicóloga clínica, que desempenha funções de coordenação no Instituto de Apoio à Criança.

Gostaríamos muito de poder contar com a sua presença.

Para efetuar a inscrição e receber o link de acesso, manifeste o seu interesse através do endereço de correio eletrónico gaaf@aesct.pt

Encontro intergeracional celebra o Dia de Reis com poesia, teatro e música na ARCA

No dia 6 de janeiro, Dia de Reis, o ARCA acolheu um emocionante encontro intergeracional que juntou os idosos da instituição, os alunos do 7.º ano e o grupo de teatro Trapaopalco do Agrupamento de Escolas de Santa Cruz da Trapa, num momento repleto de cultura, partilha e alegria.

Esta atividade resultou de um DAC (Domínio de Autonomia Curricular) entre as disciplinas de Português, EMRC e Teatro Trapaopalco, dinamizado pelas docentes Manuela Vítor, Susana Figueiredo e Inês Alves, respetivamente, promovendo uma experiência educativa enriquecedora e verdadeiramente humana.

O programa contou com um conjunto de apresentações muito participadas. Os alunos declamaram e dramatizaram o poema “Lágrima de Preta”, de António Gedeão, numa interpretação sentida que emocionou todos os presentes. Seguiu-se a representação teatral levada a palco pelo Grupo de Trapaopalco, que cativou a plateia com talento e expressividade.

A poesia e as tradicionais músicas de reis encheram a sala de magia e tradição, com especial destaque para a atuação da aluna Ana Sofia, que, ao som da sua alegre concertina, contagiou todos com boa disposição, levando idosos e jovens a cantar e a dançar músicas tradicionais portuguesas.

Os utentes da Arca também brindaram os visitantes com canções de reis, num gesto de carinho e partilha que reforçou o verdadeiro espírito desta quadra. Como forma de agradecimento, o diretor da instituição, Jorge Duarte, ofereceu uma placa comemorativa de Natal, simbolizando a gratidão por este momento tão especial.

Foi, sem dúvida, um dia inesquecível, marcado por sorrisos, emoção e pela certeza de que a escola e a comunidade, juntas, constroem pontes de afeto, cultura e cidadania.