No dia 2 de fevereiro, as turmas do 9.º ano participaram numa tertúlia dialógica em torno de um capítulo do livro “O Sistema Periódico” de Primo Levi, no âmbito do Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto.
O conhecido autor partilhou neste capítulo a sua experiência de vida no campo de concentração de Auschwitz. Os alunos refletindo sobre esta experiência constataram ser “difícil cometer ilegalidades quando temos uma educação moral e de valores”, mas também ser “necessário para a sobrevivência” no meio de todo o caos e privações sentidos pelos prisioneiros dos campos.
Esta atividade teve o acompanhamento e articulação entre as professoras de Físico-Química, Português e Sonhar a Escola.
No dia 2 de fevereiro, as turmas do 7.º ano comemoraram a tradicional Chandeleur, que corresponde à celebração portuguesa da Nossa Senhora das Candeias.
Para o efeito, os alunos estiveram na cozinha pedagógica na companhia das professoras de Francês, Graça Silveira e Luísa de Almeida, e, sob a sua orientação, confecionaram os famosos crepes com os quais se puderam deliciar depois.
Iniciaram a atividade com a mistura dos ingredientes (farinha, leite e ovos), para preparar a massa que, posteriormente, serviu para fazerem os crepes.
Esta é uma tradição de origem pagã e cristã e remonta à época da romanização. A forma redonda desta iguaria representa o sol e o ciclo da vida, enquanto o ato de comer e partilhar com outras pessoas celebra uma tradição histórica Papal de dar comida aos pobres, todos os anos, no dia 2 de fevereiro.
Ambas as turmas se empenharam e divertiram na realização de todas as tarefas. Para além disso, alguns dos alunos conseguiram dominar a difícil arte de voltar o crepe com a frigideira no ar!
No dia 31 de janeiro, entre as 17.15h e as 19h, decorreu, no JI de Serrazes, mais um encontro das técnicas do GAAF com famílias, com vista a abordar, de forma informal e dialogal, áreas relacionadas com o desenvolvimento da criança em idades precoces: comunicação, regras e limites, alimentação, exposição aos ecrãs/tecnologias e a importância do brincar.
Foi um momento muito enriquecedor para todos os envolvidos, que permitiu a partilha de conhecimentos, práticas e dúvidas no âmbito da parentalidade.
A equipa organizadora agradece a participação das famílias, assim como a presença da direção, da APAST e da educadora do grupo.
No âmbito das atividades do clube ubuntu, durante o mês de janeiro, os alunos preparam a ação de sensibilização para a comemoração do dia Escolar da Não Violência e Cultura da Paz que se assinala, anualmente, no dia 30 de janeiro e tem como objetivo alertar para a necessidade de uma educação permanente pela Paz e pela Não Violência, procurando-se igualmente sensibilizar para a tolerância, solidariedade, justiça e respeito pelos direitos humanos junto dos estabelecimentos escolares.
Paralelamente, a este trabalho, os alunos do clube estiveram a preparar uma ação de sensibilização para alertar os colegas para a importância de terem comportamentos cívicos na sala de convívio, apelando a uma maior consciência de manutenção e limpeza do espaço. Estando, ainda, a fazer um levantamento das eventuais atividades e materiais que os alunos pretendem para o seu espaço de convívio. Deste modo, o clube ubuntu pretende renovar o espaço e criar uma dinâmica de participação e coresponsabilidade num espaço que é de todos.
No dia 30 de janeiro, os agentes da Guarda Nacional Republicana realizaram uma ação de sensibilização sobre o tema “Bullying”, para os alunos do 6.º ano da escola.
Esta ação teve como objetivos:
– Promover uma cultura de segurança nas escolas; – Fomentar o civismo e a cidadania, contribuindo para a afirmação da comunidade escolar enquanto espaço privilegiado de integração e socialização; – Diagnosticar e prevenir problemas de segurança nas escolas; – Determinar, prevenir e erradicar a ocorrência de comportamentos de risco e/ou de ilícitos nas escolas e nas áreas envolventes.
No âmbito do Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, o nosso agrupamento levou a cabo um conjunto de atividades com o objetivo de sensibilizar toda a comunidade educativa para esta evocação que pretende combater o antissemitismo, o racismo e quaisquer outras formas de intolerância que podem levar à violência em grupo. Assim, no dia 16 de janeiro de 2023, os alunos começaram por participar numa oficina de apresentação e contextualização do tema, orientada pela companhia de teatro “Os mochos do telhado”, a fim de os preparar para a peça Kamarád, dinamizada pela referida companhia no dia 24 do mesmo mês. A revista Kamarád foi criada por crianças e jovens prisioneiros no campo de concentração de Theresienstadt, na República Checa, durante a segunda guerra mundial e contou com 22 edições. Neste campo, a arte distraía a fome e alimentava a imaginação de um futuro diferente.
A 27 de janeiro, procedeu-se à montagem, no átrio da escola, da exposição de imagens dos judeus nos campos de concentração e, ao mesmo tempo, a exposição de livros e filmes alusivos ao tema, na biblioteca. Seguidamente, toda a comunidade escolar presenciou uma simulação de extermínio judeu, num dos campos de concentração. Foram, ainda, abordadas obras de autores como Primo Levi nas aulas de Físico-química, nomeadamente “ O Sistema periódico”. A este respeito, os alunos do 9.º ano lerão um capítulo que será debatido em tertúlia dialógica, nas disciplinas de Físico química, Expressão e Comunicação e Sonhar a Escola. Por fim, os alunos do 9.º ano visualizaram, no auditório, o filme “A rapariga que roubava livros”, que aborda o sentimento de altruísmo num período tão negro da história. Após a visualização do filme, os alunos procederam à construção de um padlet com reflexões individuais. Ao longo do dia, na página da escola, foram publicados vídeos de homenagem às vítimas do holocausto, realizados pelos alunos do 8.º ano.
A professora bibliotecária aproveitou a hora do conto para envolver os alunos do 4.ºD na lembrança do Holocausto dando-lhes a conhecer um herói português com a leitura da história “Aristides, o semeador de estrelas”.
Estas atividades constam do plano anual de atividades da escola e mereceram a participação de várias áreas disciplinares, a saber, Educação Visual, Clube de Artes, Cidadania e Desenvolvimento, Geografia, Físico-Química e História. A biblioteca escolar desempenhou um papel ativo em todas as atividades desenvolvidas.
Durante todo o processo os alunos demonstraram um espírito de abertura e compreensão do holocausto, revelando serenidade e solidariedade para com as vítimas. Nas palavras de um aluno: “o holocausto transmite uma mensagem de grande importância para nós, isto porque temos de ter espírito crítico e não acreditar em ideologias macabras de xenofobia e racismo que alguns líderes mundiais querem que acreditemos e sejamos, também, responsáveis por esses atos”.
O dia 27 de janeiro foi a data escolhida, pela Assembleia Geral das Nações Unidas, para a comemoração do aniversário da libertação do campo de concentração de Auschwitz-Birkenau, no ano de 1945.
O Holocausto foi a ação de extermínio em massa de cerca de seis milhões de judeus (entre outras ideologias) que ocorreu durante a 2.ª Guerra Mundial. Através de um plano macabro e atentatório dos Direitos Humanos, Adolf Hitler foi responsável pela morte de mais de um milhão de crianças, dois milhões de mulheres e três milhões de homens.
As pessoas que tiveram o infortúnio de serem aprisionadas nos campos de concentração são uma inspiração para todos e deixam uma mensagem explícita de esperança. Por exemplo, foram vários os pintores que durante o tempo que viveram nos campos de concentração pintaram quadros e enquanto uns pintavam o que viam (tristeza, horror e violência), outros pintavam paisagens felizes, isto porque tinham a esperança de voltarem para as suas casas e famílias e, dessa forma, serem felizes.
No entanto, na minha opinião, o maior exemplo de esperança foram as crianças, principalmente as que escreveram na revista Kamarád (criada no campo de concentração de Theresienstadt, na República Checa, durante a 2ª Guerra Mundial), pois nunca desistiram, apesar de todas as dificuldades que enfrentaram. Todas as sextas-feiras publicaram uma nova revista. A meu ver, faziam-no para estarem ocupadas, mas também para não desistirem da própria vida.
Também acho que o holocausto transmite uma mensagem de grande importância para nós, isto porque temos de ter espírito crítico e não acreditar em ideologias macabras de xenofobia e racismo que alguns líderes mundiais querem que acreditemos e sejamos, também responsáveis por esses atos. Se tivessem existido mais pessoas com esse espírito crítico e altruísta provavelmente a situação não teria chegado ao ponto a que chegou – holocausto.
Hoje é “um dia de lembrança e uma oportunidade para renovar a nossa determinação”, como afirmou o Secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, todos nós devemos desenvolver ações educacionais para incutir a memória da tragédia nas gerações futuras. Recordar os crimes do passado pode ajudar a impedi-los no futuro.
Fica aqui o nosso agradecimento, a todos os nossos professores, mas de forma especial às professoras Ana Paulo, Ana Cruz e Celeste Morgado que nos fizerem recordar, vivenciar e refletir sobre o que se passou durante a 2.ª guerra mundial, nos campos de concentração nazis, ao comando do tirano Adolf Hitler.
Para terminar, nada melhor que as palavras citadas do Ban Ki-Moon: “Temos o dever de relembrar o passado, mas também de pensar naqueles que agora precisam de nós. Neste dia de memória do Holocausto, peço a todos que denunciem as ideologias políticas e religiosas de ódio. Temos de nos manifestar contra o antissemitismo e os ataques contra grupos religiosos, étnicos ou outros. Vamos criar um mundo onde a dignidade é respeitada, a diversidade é celebrada e paz é permanente”. E com os vídeos realizados pelos alunos do 8.º ano, na disciplina de educação visual, com o tema “holocausto – uma homenagem às vítimas”.
Realizou-se no dia 26 de janeiro, a 1.ª concentração de Boccia da CLDE-Viseu, no Agrupamento de Escolas de Oliveira de Frades.
Esta competição que envolveu cerca de meia centena de alunos de várias escolas do distrito de Viseu contou com a participação da nossa escola, que esteve representada pelos alunos: Rafael Pinto (9.ºA), Lara Almeida (9.ºA), João Pedro Costa (8.ºB), Miguel Gouveia (6.ºA) e Gabriel Miranda (5.º A). De enaltecer o comportamento exemplar e o empenho extraordinário destes alunos durante toda a competição, dignificando o AE de Santa Cruz da Trapa e que lhes permitiu obter o 1.º lugar na competição individual (Rafael Pinto 9.ºA) e o 1.º lugar na competição coletiva.
O dia Nacional do Abraço é assinalado no dia 21 de janeiro, e os alunos do 7.º ano celebraram-no no dia a 23 de janeiro, distribuindo grandes e sentidos abraços pelo recinto escolar para toda a comunidade no intervalo das 15h às 15h20m.
Os objetivos desta atividade foram sensibilizar para os afetos que foram “esquecidos” com a Covid-19, reforçar as relações interpessoais e o sentido de pertença, e estreitar os laços da comunidade educativa. Para complementar a celebração deste dia os alunos construíram cartazes para dar ainda mais sentido à atividade.