NAAI

Núcleo de Apoio à Aprendizagem e à Inclusão (NAAI)

O NAAI é um grupo de trabalho que assegura, de modo colaborativo, articulado e flexível, o acompanhamento e apoios indispensáveis ao desenvolvimento de uma educação inclusiva. Este grupo é composto por elementos permanentes (docentes especializados de educação especial, do grupo 910) e elementos variáveis (técnicos especializados do Centro de Recursos para a Inclusão (CRI) da Associação de Solidariedade Social de Lafões (ASSOL), do Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família (GAAF) e do Programa Nacional de Promoção do Sucesso Escolar (PNPSE)).

Composição

RepresentaçãoNome
Professora de educação especial/Representante do núcleoSusana Arlete Gomes Rodrigues
Professora de educação especialMaria Cristina Almeida de Oliveira
Professora de educação especialMaria de Lurdes Carvalho Figueiredo Silva
Professora de educação especialJoana Andrade Fernandes
Professora de educação especialIsabel Maria Lopes Ferreira
Professora de educação especialGraça Maria Rocha Perdigão Rodrigues
Psicóloga (CRI/ASSOL)Maria Eduarda Cruzeiro Nabais
Psicomotricista (CRI/ASSOL)Tatiana Raquel Pereira Gomes
Psicóloga (GAAF)Susana Maria dos Remédios Oliveira
Terapeuta da fala (GAAF)Ana Rita Coimbra Pina de Campos
Educador social (GAAF/PNPSE)Dário Filipe Gomes
Animadora sociocultural (GAAF)Inês Margarida Alves Marques


O NAAI reúne semanalmente às quartas-feiras, das 14:10 às 15:00.

Competências da representante do NAAI
a) Convocar, presidir e coordenar as reuniões do NAAI;
b) Promover o cumprimento das orientações do Conselho Pedagógico e da Equipa Multidisciplinar;
c) Organizar um dossier com a documentação referente à educação inclusiva;
d) Promover a uniformização de critérios e instrumentos de avaliação entre os docentes;
e) Representar o NAAI nas reuniões do Conselho Pedagógico;
f) Participar e colaborar na organização de respostas educativas aos alunos com necessidades específicas de aprendizagem;
g) Articular com todas as estruturas de orientação educativa do agrupamento na implementação de medidas de suporte à aprendizagem e à inclusão;
h) Apresentar um relatório anual, do trabalho desenvolvido;
i) Elaborar e aprovar o seu próprio regimento.

Competências das docentes de educação especial
a) Colaborar na deteção de necessidades específicas de aprendizagem e na organização e incremento dos apoios educativos adequados;
b) Colaborar no desenvolvimento das medidas previstas no Decreto-Lei n.º 54/2018, de 6 de julho, relativas a alunos com necessidades específicas de aprendizagem;
c) Apoiar, de modo colaborativo e numa lógica de corresponsabilização, os demais docentes do aluno na definição de estratégias de diferenciação pedagógica, no reforço das aprendizagens e na identificação de múltiplos meios de motivação, representação e expressão;
d) Prestar apoio específico direto a crianças e jovens com necessidades específicas de aprendizagem de acordo com as medidas previstas no Relatório Técnico-Pedagógico (RTP) e no Programa Educativo Individual (PEI) e que assim o justifiquem, tendo em conta o enquadramento legal;
e) Apoiar, quando solicitado, os docentes de ensino regular em tarefas de diferenciação pedagógica, para uma melhor gestão de turmas heterogéneas em processos de educação inclusiva, numa perspetiva de escola para todos;
f) Participar, através de trabalho cooperativo/colaborativo, na definição de estratégias e na aplicação de procedimentos de orientação educativa que promovam a igualdade de oportunidades, numa abordagem multinível, ao longo do percurso escolar dos alunos e, na preparação para o prosseguimento de estudos ou para uma adequada preparação para a vida profissional;
g) Cooperar, de forma complementar, com os recursos específicos existentes na comunidade para apoio à aprendizagem e à inclusão, assim como com outras estruturas e serviços, nomeadamente, nas áreas da saúde, da segurança social, da qualificação profissional e do emprego e da cultura, das autarquias e de entidades particulares e não-governamentais, no que diz respeito às respostas das necessidades específicas de aprendizagem;
i) Colaborar, quando convocado, com o Centro de Apoio às Aprendizagens (CAA) nas respostas educativas disponibilizadas pelo agrupamento.

Centro de Recursos para a Inclusão (CRI) da Associação de Solidariedade Social de Lafões (ASSOL)
O CRI é um serviço especializado, acreditado pelo Ministério da Educação (ME), que tem como missão apoiar o agrupamento de escola na promoção da inclusão e do sucesso educativo dos alunos com medidas adicionais de suporte à aprendizagem e à inclusão, definidas no RTP e PEI, desenvolvendo o máximo de potencial de cada aluno
em parceria com as estruturas da comunidade.
O CRI atua numa lógica de trabalho de parceria pedagógica e de desenvolvimento com o agrupamento, prestando serviços especializados como facilitadores da implementação de políticas e de práticas de educação inclusiva. Os apoios especializados prestados pelos CRI, em contexto escolar, têm como finalidade contribuir para a melhoria da funcionalidade dos alunos, com vista a otimizar as suas aprendizagens e a elevar os seus níveis de participação.
A intervenção deve ter enfoque nos diferentes ambientes da escola nos quais é suposto o aluno participar, e na interação entre o aluno e esses ambientes, tendo como objetivo eliminar barreiras que dificultam ou impedem o acesso ao currículo e à participação na vida escolar.
A intervenção dos profissionais dos CRI assume uma função eminentemente colaborativa, mediante a prestação de apoio de retaguarda aos professores, pais, pares e outros profissionais, transversal às diferentes fases de intervenção educativa (avaliação, planeamento e intervenção) e visando a capacitação da equipa educativa.
A intervenção pode ainda assumir a forma de apoio em grupo, sempre que o desenvolvimento de competências passe pelo contributo dos pares, ou de apoio individual, quando o objetivo é desenvolver competências específicas a serem generalizadas.
As decisões quanto aos apoios especializados necessários e quanto à modalidade ou modalidades de intervenção articulam-se com as medidas adicionais de suporte à aprendizagem e inclusão, no contexto de uma visão holística da intervenção educativa.
Os técnicos dos CRI, enquanto elementos variáveis da equipa multidisciplinar de apoio à educação inclusiva (EMAEI), colaboram no processo de identificação de medidas de suporte, no processo de transição para a vida pós-escolar, no desenvolvimento de ações de apoio à família e na prestação de apoios especializados nos contextos educativos. O tipo de intervenção, bem como a frequência e intensidade dos apoios especializados e o contexto educativo onde são prestados, devem estar definidos no RTP e/ou PEI.

Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família (GAAF) e Programa Nacional de Promoção do Sucesso Escolar (PNPSE)
O GAAF integra um conjunto de recursos, humanos e materiais, visando prestar apoio a alunos e a famílias, e realiza as suas atividades em estreita articulação com docentes, não docentes, NAAI e CPCJ, promovendo uma escola em permanente ligação com o meio envolvente, numa dialética construtiva com a comunidade local, e contribuindo para a consecução das finalidades e dos objetivos do Projeto Educativo (PE) do agrupamento.
Integram o GAAF os seguintes técnicos especializados: uma psicóloga, uma terapeuta da fala, uma animadora sociocultural e, através do PNPSE, um educador social.
Estes técnicos têm como competências:
a) Promover a integração dos alunos na escola;
b) Contribuir para a promoção do sucesso escolar;
c) Contribuir para a prevenção do abandono escolar e do absentismo;
d) Apoiar famílias e alunos nas suas problemáticas;
e) Incentivar os alunos na formação de um projeto de vida;
f) Promover nos atores educativos sentimentos de motivação e pertença pela escola;
g) Promover a responsabilização dos pais/encarregados de educação no percurso escolar e no sucesso educativo dos seus educandos, através de uma participação ativa dos mesmos;
h) Articular com os vários profissionais e serviços especializados da comunidade;
i) Integrar, enquanto recurso humano permanente e móvel, a EMAEI, bem como colaborar no desenvolvimento das medidas de suporte à aprendizagem previstas no Decreto-Lei n.º 54/2018, de 6 de julho.