12 Horas Ubuntu pela Paz

No dia 16 de maio, os alunos e educadores Ubuntu do Clube Ubuntu do Agrupamento aceitaram o desafio “12 Horas Ubuntu pela Paz”, tendo realizado algumas atividades com o objetivo de sensibilizar a comunidade educativa para as questões da paz.

A chama da paz acendeu-se pelas 9h00 da manhã, apresentando de forma simbólica a importância de manter esta chama viva em cada um de nós e ao longo da nossa vida.

O clube criou, ainda, um Mural da Paz, onde os alunos puderam escrever as suas mensagens de paz, na sua comunidade e no mundo. Durante a tarde, os educadores e os recém líderes da comunidade Ubuntu dinamizaram a atividade Portão da Paz, refletindo sobre o compromisso individual para a construção de uma sociedade mais pacífica, onde o diálogo é o fator chave para a resolução de conflitos.

Semana Ubuntu

Entre os dias 2 e 6 de maio, realizou-se a primeira Semana Ubuntu com alguns alunos dos 8.º e 9.º anos, na EBI de Santa Cruz da Trapa. Ao longo da semana, os alunos tiveram a oportunidade de explorar os cinco pilares que norteiam a filosofia ubuntu (autoconhecimento, autoconfiança, resiliência, empatia e serviço).

A semana foi dinamizada pela Equipa de Líderes Ubuntu, constituída por quatro professores, uma assistente operacional, um técnico superior e um elemento do Instituto Padre António Vieira, entidade promotora das Academias de Líderes Ubuntu. 

A experiência foi marcada por diversas dinâmicas de educação não formal que apelaram ao sentido de reflexão e capacidade crítica perante os temas apresentados (liderar como Mandela, construir pontes, vencer obstáculos, vidas Ubuntu e I have a Dream), através da visualização de filmes/documentários, reflexões individuais e em grupo, partilha de histórias de vida e testemunhos de pessoas da nossa comunidade, entre outras. 

Como convidados da semana tivemos a honra de receber a Rita Cardão que apresentou a sua experiência de voluntariado em África, trazendo a perspetiva do voluntariado na construção de pontes entre as comunidades e as pessoas. Stéfanie Pereira apresentou, de forma livre e apaixonada, o modo como encara a vida, apesar da sua deficiência diagnosticada à nascença, o último testemunho da semana foi apresentado pela voz de Ismael Sousa que, de maneira bem humorística, nos elucidou sobre a forma como venceu o cancro e como esse acontecimento o transformou. Ambos os testemunhos foram enquadrados no dia da superação de obstáculos.  

A entrega dos diplomas Ubuntu ficou marcada pelo momento solene que contou com a participação do Diretor do Agrupamento de Escolas de Santa Cruz da Trapa, António Martins. 

Em termos de avaliação qualitativa e de impacto, numa escala de 0 a 10, os alunos avaliaram a semana Ubuntu com os seguintes valores: dinâmicas e reflexões (9,4), avaliação global da semana (9,5), utilidade da formação Ubuntu para a vida pessoal (9,3). 

Na avaliação de impacto, registou-se um incremento significativo nas competências relacionadas com os pilares Ubuntu, nomeadamente: autoconhecimento (44%); autoconfiança (44%); resiliência (50%); empatia (44%) e serviço (39%). 

Para os membros da equipa de Líderes Ubuntu, a semana também constituiu uma oportunidade de se conhecerem melhor a si e aos alunos, permitindo uma maior capacidade de perceção dos problemas e dos comportamentos dos alunos envolvidos. 

Da semana resultou, ainda, a criação de um Clube na escola que permitirá o desenvolvimento de diversas atividades que fomentem o espírito e os valores adquiridos durante a Academia de Líderes Ubuntu.

Os estudantes deixaram alguns testemunhos muito inspiradores que aqui partilhamos: 

“Acho que foi fixe e que sou alguém que mudou para melhor.”

“Gostei da Academia de Líderes Ubuntu. Ensinou-me vários pilares Ubuntu e fez-me ver o mundo e as outras pessoas de uma forma melhor.”

“Gostei!!! Uma vivência para toda a vida.”

“Gostei desta semana porque foi uma experiência magnífica!”

Em relação às aprendizagens, os alunos mencionaram: 

“Retiro desta semana Ubuntu que nós devemos acreditar em nós próprios, ter confiança e refletir quando for possível.”

“Não somos os únicos a passar por problemas, tudo parece impossível até que seja feito.”

“Eu sinto que evoluí como pessoa e que aprendi novos conhecimentos”

“Aprender a refletir, a perdoar e a acreditar em mim.”

Acreditamos que esta semana tenha sido uma oportunidade de crescimento, partilha e aquisição de aprendizagens significativas para todos os envolvidos, nunca esquecendo o princípio de que “Eu sou, porque tu és!”. 

Projeto Escola Alerta

I –Designação do Trabalho

 O nosso trabalho intitula-se “Incluir+”, porque acreditamos que as escolas verdadeiramente inclusivas necessitam de uma maior consciência sobre o mundo que as rodeia. Desde sempre ouvimos falar de inclusão, no entanto, continuamos a sentir muitas dificuldades quando, no dia a dia, tentamos interagir com os nossos colegas que têm alguma deficiência e/ou limitação. Por isso, desafiamo-nos a conhecer melhor o mundo da deficiência e assumir o compromisso de contribuir para uma inclusão mais positiva na nossa escola e na comunidade que nos envolve.

II – Objetivos do trabalho

– Sensibilizar e incentivar os alunos a identificar os obstáculos e desafios inerentes à promoção da igualdade de oportunidades, no respeito pelos direitos humanos e, em particular, pelos direitos das pessoas com deficiência.

– Sensibilizar e incentivar os alunos a participar na sinalização e na superação de ações e atitudes discriminatórias de que são alvo as pessoas em geral e, em particular, as pessoas com deficiência.

– Promover a reflexão e a partilha de ideias junto dos alunos, com vista em atitudes mais positivas face à diferença.

– Desenvolver com os alunos trabalhos de sensibilização de combate a situações de discriminação na escola e na sociedade em geral.

III – Metodologia utilizada na realização do trabalho

Para a concretização deste trabalho, fomos orientados pelo Educador Social e apoiados por alguns professores da nossa escola. Em novembro de 2021, o Educador Social falou-nos do projeto e, a partir daí, dinamizamos algumas sessões diversificadas, com o intuito de compreender melhor o tema do nosso projeto. Inicialmente, centramos as nossas discussões e partilhas em torno do Autismo, já que na nossa escola temos alguns colegas com essa problemática. Contudo, ao longo das sessões, fomos também abordando outros aspetos que nos permitiram ter um olhar diferente perante a deficiência. A participação em atividades, nomeadamente a organização da exposição “Modos e Olhares de ver a Diferença”, ajudou-nos a compreender que existem muitas pessoas “famosas e bem-sucedidas” com deficiência, pelo que a sua deficiência não as limitou. A atividade do Dia Mundial da Consciencialização do Autismo, permitiu-nos fazer uma importante reflexão sobre a necessidade de se continuar a assinalar este dia, bem como de chegar a um maior número de alunos e professores.

As atividades relacionadas com a empatia ajudaram-nos a compreender a perspetiva do outro, numa reflexão profunda e consciente de que o problema da outra pessoa também pode ser o nosso. Traduziu-se numa aprendizagem transversal para a vida, na medida em que o nosso comportamento pode fazer a diferença na vida do outro.

Nas aulas de educação física experienciamos algumas atividades desportivas, com diferentes graus de dificuldade, com o intuito de sentirmos na pele as dificuldades e barreiras sentidas pelas pessoas com deficiência.

A atividade final prendeu-se com a concretização de uma campanha de sensibilização cujo objetivo passou por dignificar a importância do outro na sociedade, independentemente da sua deficiência e/ou limitação, tal como o próprio nome indica “Tu és Tu e a Sociedade precisa de ti!”.

IV – Recursos utilizados

Recursos Humanos

Alunos, Professores e assistentes operacionais.

Recursos Materiais

Durante as atividades do projeto, utilizamos cartolinas, marcadores, computadores, impressora, materiais desportivos, folhas de papel e outros materiais de desgaste cedidos pela nossa escola.

 V – Resultados obtidos (pontos fortes, pontos fracos, como se sentiram os alunos ao participar, avaliação global).

Relativamente aos pontos fortes do nosso trabalho, destacamos:

– o espírito de equipa que desenvolvemos ao longo das atividades do projeto;

– o desenvolvimento de competências pessoais e sociais (escuta ativa, comunicação, relacionamento interpessoal);

– tomada de consciência e a nossa maior sensibilidade para as questões da deficiência;

– o envolvimento de vários alunos e professores no desenvolvimento do projeto;

– a diversidade de atividades.

Em relação aos pontos fracos do nosso trabalho:

– falta de tempo para desenvolver mais atividades;

– questões relacionadas com o covid-19 (faltas de alunos, professores);

– o facto de o términus do projeto ser em abril, pois consideramos que o projeto deveria ser desenvolvido até ao final do ano letivo;

– gostaríamos de ter dinamizado uma atividade com os pais sobre as questões da deficiência e o papel dos mesmos na construção de uma escola verdadeiramente inclusiva.

Contudo, estamos muito satisfeitos em participar no projeto Escola Alerta, pois permitiu-nos adquirir conhecimentos e experienciar coisas sobre as quais não  pensamos muito habitualmente. Por outro lado, acreditamos que conseguimos, de alguma forma, contribuir para a construção de uma escola mais harmoniosa e inclusiva. 

Formação Pais e EE – Competências digitais

A Academia Digital para Pais é uma iniciativa da E-REDES em parceria com a Direção-Geral da Educação que possibilitou a capacitação de pais e encarregados de educação em matéria de competências digitais. 

A 2.ª edição do programa no AESCT foi dinamizada aos sábados de manhã, nos dias 22 e 29 de janeiro – Segurança e Cidadania Digital e nos dias 19 e 26 de março – Competências Digitais Básicas. 

A primeira ação teve como objetivos: 

– promover o pensamento crítico para uma utilização criteriosa e seletiva da informação disponível online;
– conhecer as regras de conduta saudável no Mundo Digital;
– conhecer regras de segurança e de proteção de dados no Mundo Digital;
– dar a conhecer as orientações e recomendações de segurança das plataformas digitais;
– promover a Educação para a Cidadania Digital;
– dar a conhecer serviços de apoio de proteção de Crianças e Jovens;
– dar a conhecer programas e medidas promotoras de Cidadania Digital;
– dar a conhecer os fenómenos e comportamentos de risco online.

A 2.º ação pretendeu: 

– dotar as famílias de competências digitais básicas que facilitem o acompanhamento escolar dos filhos;
– capacitar os pais/encarregados de educação com competências digitais básicas, essenciais na sociedade atual;
– capacitar os pais/encarregados de educação para a utilização segura da Internet, das redes e dos computadores.

Para facilitar a participação das famílias, as ações foram dinamizadas em formato híbrido. 

As ações foram dinamizadas com o apoio voluntário das alunas Ana Maria Rodrigues (9.ºA), Joana Lemos e Sofia Gomes (9.º B) sob a orientação do Educador Social Dário Gomes. 

Vivemos numa fase acentuada de transição digital, onde a evolução tecnológica arrasta muitas famílias para situações de desvantagem social, pela falta de oportunidades para quem não têm conhecimentos e/ou competências digitais. Deste modo, a Academia Digital para Pais revelou-se uma mais valia para todos os participantes. 

Sessão Distrital do Parlamento dos Jovens

O Agrupamento de Escolas de Santa Cruz da Trapa esteve representado, no dia 14 de março, na Sessão Distrital do Parlamento dos Jovens que teve lugar na Casa da Cultura, em Castro Daire.

Este projeto, cujo tema para o presente ano letivo é “Fake News – Que estratégias para combater a desinformação?”, pretende, entre outros objetivos, criar nos jovens o gosto pela cidadania e pela participação ativa.

Esta sessão, da qual resultou a eleição dos deputados que irão representar a região centro, na sessão nacional, que terá lugar nos dias 9 e 10 de maio, em Lisboa, na Assembleia da República, contou com a presença de várias escolas.

O AESCT fez-se representar pelos deputados efetivos Diogo Bastos (8.º B) e Lara Almeida (8.º A), e a deputada suplente Marta Fernandes (8.º A). Os nossos alunos representantes tiveram uma ótima prestação na apresentação e defesa do Projeto de Recomendação da nossa escola.

Parabéns aos “nossos deputados” e a todos os professores e alunos que participaram neste projeto de forma exemplar.

O projeto foi orientado e acompanhado pelas docentes Ana Cruz (Prof.ª de Geografia), Celeste Morgado (Prof.ª de História), Ana Cabral (Subdiretora do Agrupamento), pelo docente, Mário Nogueira (Coordenador do PAA) e pelo técnico especializado, Dário Gomes (Educador Social, contratado ao abrigo do PNPSE).

AESCT dinamiza Semana da Empatia

O AESCT aderiu à “Semana Ubuntu da Empatia” que decorreu entre os dias 21 e 25 de fevereiro.

Trata-se de uma iniciativa do Instituto Padre António Vieira, realizada através do projeto Academia Lideres Ubuntu, em parceria com o Fórum Estudante, alinhada com o movimento internacional Empathy Week. Através desta iniciativa, pretendeu-se criar uma cultura de empatia junto de toda a comunidade educativa (alunos, assistentes operacionais, pais/encarregados de educação, técnicos e professores), reconhecendo-a como uma competência social fundamental para a convivência social.

Deste modo, durante a semana, foram realizadas várias atividades que colocaram a empatia no vocabulário dos alunos.

No jardim de infância do Polo Pedagógico de Carvalhais, as crianças assistiram a um vídeo sobre a temática que serviu de mote para um pequeno debate. Para consolidar as aprendizagens, as crianças realizaram desenhos e construíram um pequeno “palhaço simpático e sorridente” para se recordarem sempre da importância da empatia no dia a dia. 

No 1.º ciclo, a atividade escolhida foi “O Guarda-Chuva”, inspirada no pequeno vídeo “Umbrella“, que foca a importância de se colocar no lugar do outro antes de fazer qualquer julgamento.

No 2.º ciclo, foi selecionada a atividade “E tu, ajudavas?”, inspirada num anúncio da Lipton, que apresenta uma experiência social e que demonstra que nem sempre o que é dito se revela nos comportamentos/atitudes das pessoas.

No 3.º ciclo, foram desenvolvidas atividades diferentes por ano de escolaridade, articulando diversas disciplinas.  Algumas turmas realizaram também o compromisso da empatia, colocando em prática a semana do elogio entre alunos e professores, por exemplo.

Acredita-se que os alunos tiveram a oportunidade de vivenciar uma verdadeira revolução empática e que a semente foi lançada no agrupamento.

De salientar que algumas atividades foram dinamizadas em articulação com os pais/encarregados de educação.

A equipa Ubuntu pretende que esta iniciativa não se restrinja a esta semana, mas que possa consolidar-se ao longo do ano letivo.

Eleição da mesa da sessão distrital.

Aluno do AESCT participou na eleição da mesa da sessão distrital do Parlamento Jovens

No dia 23 de fevereiro de 2022, decorreu nas instalações do IPDJ de Viseu, a eleição da mesa da sessão distrital do Parlamento dos Jovens, ensino básico (círculo de Viseu).

A reunião teve como objetivo assegurar a eleição dos membros da mesa da sessão distrital, através de um processo em que os candidatos tiveram de demonstrar as suas capacidades de liderança e o conhecimento das regras de condução dos trabalhos da sessão distrital. 

A nossa escola esteve representada pelo aluno, Duarte Gomes, do 8.º B, pelo que agradecemos a forma como demonstrou o seu empenho e compromisso com o este projeto.

Formação – Competências Digitais Básicas

O AESCT vem convidar os pais/encarregados de educação a participar na ação de formação Competências Digitais Básicas, com a duração de 8 horas, que se realizará nos dias 5 e 12 de março de 2022, das 09h00 às 13h00, na escola sede do agrupamento.

A ação pretende reforçar as competências dos pais/encarregados de educação em relação ao uso dos computadores e outros equipamentos digitais.

Caso pretenda mais esclarecimentos pode enviar um email para dariogomes@aesct.pt.

Para se inscrever basta aceder ao seguinte link: https://forms.gle/EH4hG691wS6voXNx5

Semana da Empatia

De 21 a 25 de fevereiro, estudantes e escolas de todo o país vão associar-se à iniciativa ‘Semana Ubuntu da Empatia’.

O objetivo passa por promover uma “revolução de empatia”, através de ações que façam os jovens “pensar e sentir a partir do ponto de vista do outro”.

Durante 5 dias, a comunidade Ubuntu vai realizar atividades e dinâmicas que vão promover uma verdadeira revolução de empatia.

O objetivo central destas atividades, inseridas na Semana Ubuntu da Empatia e que se realizam em escolas de todo o país, será pensar e sentir a partir do ponto de vista do outro.

A Semana Ubuntu da Empatia é promovida pelo Instituto Padre António Vieira – mais precisamente através do seu projeto da Academia de Líderes Ubuntu – em parceria com a revista Forum Estudante.

A iniciativa está alinhada com o movimento internacional “Empathy Week.

Neste propósito, a nossa escola irá juntar-se a esta iniciativa, com objetivo de gerar uma revolução de empatia junto dos alunos, pais/encarregados de educação, professores, técnicos e assistentes operacionais.

Para mais informações: https://www.semanaubuntudaempatia.pt/sobre

Recolha de rolhas de cortiça para reciclagem

Pelo segundo ano consecutivo, a nossa escola junta-se à iniciativa green cork, que tem como principal objetivo a reciclagem de rolhas de cortiça.

Além de recolher rolhas e financiar a reflorestação, o Green Cork pretende contribuir para a construção duma comunidade ativa, responsável e em sintonia com o meio ambiente.

Nesse sentido, são também objetivos da Quercus com o projeto Green Cork:

  • a preservação do sobreiro e da floresta autóctone em geral;
  • sensibilizar para a escolha da cortiça com material natural e ecológico;
  • contribuir para a redução de resíduos;
  • envolver a comunidade escolar;
  • estimular atitudes mais conscientes e responsáveis relativamente à natureza;
  • desenvolver a consciência de pertença como condómino da Terra, num sistema planetário global pelo qual todos somos responsáveis;
  • fomentar, enquanto condómino da Terra, a tomada de consciência do dever de cuidar do espaço e dos bens de que cada um usufrui;
  • defender a rolha de cortiça como produto plenamente ecológico.

Para levar a cabo esta iniciativa, pedimos a toda a comunidade educativa que nos entreguem as rolhas de cortiça.

As rolhas de cortiça poderão ser depositadas no “EcoRolhinhas” construído para este efeito pelos alunos do 2.º Ciclo do AESCT, sob o acompanhamento das Professoras, Fernanda Patrício e Lurdes Cosme.

A atividade irá decorrer até ao final do ano letivo.