Dia Escolar da Não Violência e Cultura da Paz

No âmbito das atividades do clube ubuntu, durante o mês de janeiro, os alunos preparam a ação de sensibilização para a comemoração do dia Escolar da Não Violência e Cultura da Paz que se assinala, anualmente, no dia 30 de janeiro e tem como objetivo alertar para a necessidade de uma educação permanente pela Paz e pela Não Violência, procurando-se igualmente sensibilizar para a tolerância, solidariedade, justiça e respeito pelos direitos humanos junto dos estabelecimentos escolares.

Paralelamente, a este trabalho, os alunos do clube estiveram a preparar uma ação de sensibilização para alertar os colegas para a importância de terem comportamentos cívicos na sala de convívio, apelando a uma maior consciência de manutenção e limpeza do espaço. Estando, ainda, a fazer um levantamento das eventuais atividades e materiais que os alunos pretendem para o seu espaço de convívio.  Deste modo, o clube ubuntu pretende renovar o espaço e criar uma dinâmica de participação e coresponsabilidade num espaço que é de todos. 

Ação de sensibilização sobre Bullying

No dia 30 de janeiro, os agentes da Guarda Nacional Republicana realizaram uma ação de sensibilização sobre o tema “Bullying”, para os alunos do 6.º ano da escola.

Esta ação teve como objetivos:

– Promover uma cultura de segurança nas escolas;
– Fomentar o civismo e a cidadania, contribuindo para a afirmação da comunidade escolar enquanto espaço privilegiado de integração e socialização;
– Diagnosticar e prevenir problemas de segurança nas escolas;
– Determinar, prevenir e erradicar a ocorrência de comportamentos de risco e/ou de ilícitos nas escolas e nas áreas envolventes.

Evocação do Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto

No âmbito do Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, o nosso agrupamento levou a cabo um conjunto de atividades com o objetivo de sensibilizar toda a comunidade educativa para esta evocação que pretende combater o antissemitismo, o racismo e quaisquer outras formas de intolerância que podem levar à violência em grupo. Assim, no dia 16 de janeiro de 2023, os alunos começaram por participar numa oficina de apresentação e contextualização do tema, orientada pela companhia de teatro “Os mochos do telhado”, a fim de os preparar para a peça Kamarád, dinamizada pela referida companhia no dia 24 do mesmo mês. A revista Kamarád foi criada por crianças e jovens prisioneiros no campo de concentração de Theresienstadt, na República Checa, durante a segunda guerra mundial e contou com 22 edições. Neste campo, a arte distraía a fome e alimentava a imaginação de um futuro diferente.

A 27 de janeiro, procedeu-se à montagem, no átrio da escola, da exposição de imagens dos judeus nos campos de concentração e, ao mesmo tempo, a exposição de livros e filmes alusivos ao tema, na biblioteca. Seguidamente, toda a comunidade escolar presenciou uma simulação de extermínio judeu, num dos campos de concentração. Foram, ainda, abordadas obras de autores como Primo Levi nas aulas de Físico-química, nomeadamente “ O Sistema periódico”. A este respeito, os alunos do 9.º ano lerão um capítulo que será debatido em tertúlia dialógica, nas disciplinas de Físico química, Expressão e Comunicação e Sonhar a Escola. Por fim, os alunos do 9.º ano visualizaram, no auditório, o filme “A rapariga que roubava livros”, que aborda o sentimento de altruísmo num período tão negro da história. Após a visualização do filme, os alunos procederam à construção de um padlet com reflexões individuais. Ao longo do dia, na página da escola, foram publicados vídeos de homenagem às vítimas do holocausto, realizados pelos alunos do 8.º ano.

A professora bibliotecária aproveitou a hora do conto para envolver os alunos do 4.ºD na lembrança do Holocausto dando-lhes a conhecer um herói português com a leitura da história “Aristides, o semeador de estrelas”.

Estas atividades constam do plano anual de atividades da escola e mereceram a participação de várias áreas disciplinares, a saber, Educação Visual, Clube de Artes, Cidadania e Desenvolvimento, Geografia, Físico-Química e História. A biblioteca escolar desempenhou um papel ativo em todas as atividades desenvolvidas.

Durante todo o processo os alunos demonstraram um espírito de abertura e compreensão do holocausto, revelando serenidade e solidariedade para com as vítimas. Nas palavras de um aluno: “o holocausto transmite uma mensagem de grande importância para nós, isto porque temos de ter espírito crítico e não acreditar em ideologias macabras de xenofobia e racismo que alguns líderes mundiais querem que acreditemos e sejamos, também, responsáveis por esses atos”.

Homenagem às Vítimas do Holocausto

O dia 27 de janeiro foi a data escolhida, pela Assembleia Geral das Nações Unidas, para a comemoração do aniversário da libertação do campo de concentração de Auschwitz-Birkenau, no ano de 1945.

O Holocausto foi a ação de extermínio em massa de cerca de seis milhões de  judeus (entre outras ideologias)  que ocorreu durante a  2.ª Guerra Mundial. Através de um plano macabro e atentatório dos Direitos Humanos, Adolf Hitler foi responsável pela morte de mais de um milhão de crianças, dois milhões de mulheres e três milhões de homens.

As pessoas que tiveram o infortúnio de serem aprisionadas nos campos de concentração são uma inspiração para todos e deixam uma mensagem explícita de esperança. Por exemplo, foram vários os pintores que durante o tempo que viveram nos campos de concentração pintaram quadros e enquanto uns pintavam o que viam (tristeza, horror e violência), outros pintavam paisagens felizes, isto porque tinham a esperança de voltarem para as suas casas e famílias e, dessa forma, serem felizes.

No entanto, na minha opinião, o maior exemplo de esperança foram as crianças, principalmente as que escreveram na revista Kamarád (criada no campo de concentração de Theresienstadt, na República Checa, durante a 2ª Guerra Mundial), pois nunca desistiram, apesar de todas as dificuldades que enfrentaram. Todas as sextas-feiras publicaram uma nova revista. A meu ver, faziam-no para estarem ocupadas, mas também para não desistirem da própria vida.

Também acho que o holocausto transmite uma mensagem de grande importância para nós, isto porque temos de ter espírito crítico e não acreditar em ideologias macabras de xenofobia e racismo que alguns líderes mundiais querem que acreditemos e sejamos, também responsáveis por esses atos. Se tivessem existido mais pessoas com esse espírito crítico e altruísta provavelmente a situação não teria chegado ao ponto a que chegou – holocausto.

Hoje é “um dia de lembrança e uma oportunidade para renovar a nossa determinação”, como afirmou o Secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, todos nós devemos desenvolver ações educacionais para incutir a memória da tragédia nas gerações futuras. Recordar os crimes do passado pode ajudar a impedi-los no futuro.

Fica aqui o nosso agradecimento, a todos os nossos professores, mas de forma especial às professoras Ana Paulo, Ana Cruz e Celeste Morgado que nos fizerem recordar, vivenciar e refletir sobre o que se passou durante a 2.ª guerra mundial, nos campos de concentração nazis, ao comando do tirano Adolf Hitler.

Para terminar, nada melhor que as palavras citadas do Ban Ki-Moon: “Temos o dever de relembrar o passado, mas também de pensar naqueles que agora precisam de nós. Neste dia de memória do Holocausto, peço a todos que denunciem as ideologias políticas e religiosas de ódio. Temos de nos manifestar contra o antissemitismo e os ataques contra grupos religiosos, étnicos ou outros. Vamos criar um mundo onde a dignidade é respeitada, a diversidade é celebrada e paz é permanente”. E com os vídeos realizados pelos alunos do 8.º ano, na disciplina de educação visual, com o tema “holocausto – uma homenagem às vítimas”.

Diogo Bastos do 9.ºB

1.ª concentração de Boccia da CLDE-Viseu

Realizou-se no dia 26 de janeiro, a 1.ª concentração de Boccia da CLDE-Viseu, no Agrupamento de Escolas de Oliveira de Frades.

Esta competição que envolveu cerca de meia centena de alunos de várias escolas do distrito de Viseu contou com a participação da nossa escola, que esteve representada pelos alunos: Rafael Pinto (9.ºA), Lara Almeida (9.ºA), João Pedro Costa (8.ºB), Miguel Gouveia (6.ºA) e Gabriel Miranda (5.º A).
De enaltecer o comportamento exemplar e o empenho extraordinário destes alunos durante toda a competição, dignificando o AE de Santa Cruz da Trapa e que lhes permitiu obter o 1.º lugar na competição individual (Rafael Pinto 9.ºA) e o 1.º lugar na competição coletiva.

Parabéns a todos!!

Cantar as Janeiras (JI SCT)

O Jardim de Infância de Sta. Cruz da Trapa, sala 2…
Revive tradições!

As crianças do Jardim de Infância de Sta. Cruz da Trapa, sala 2, Agrupamento de Escolas de Sta. Cruz da Trapa, com toda a sua vivacidade e graciosidade saíram à rua para vivenciar mais uma tradição e manifestação cultural “Cantar as Janeiras”. Vestidas a rigor, envergando adereços e trajes de pastores, evidenciaram legados ancestrais e difundiram a identidade das gentes da região.

Movidas por princípios e valores humanos defenderam um cenário de outrora, os pastores a oferecerem os presentes a Jesus, simbolizando e percebendo a simplicidade e humildade explícitas no relevante acontecimento, como princípios fundamentais para a agregação e convivência humana, no momento atual.

Apesar do mês de janeiro ser um mês frio por excelência, as crianças e adultos, experienciaram e proporcionaram uma festa permeada de calor, de poesia e solidariedade, espelhando, os rostos de quem assistia, uma mistura de emoções, sentimentos de alegria, recordações de vivências anteriores, como que a perpetuarem a riqueza de um património tradicional e cultural. Deste modo, entoaram canções adaptadas, alusivas à temática, e encantaram com presentes plenos de simbolismo, mobilizando e preservando o acervo histórico da região.

As significativas atitudes de partilha e as interações positivas entre o estabelecimento de ensino e a comunidade, estabeleceram fortes laços de empatia e cumplicidade, garantindo uma excelente ocasião de reciprocidade catalisadora de saberes e um manancial de surpresas, tendo as crianças regressado à escola, com a consciência de terem desenvolvido uma iniciativa exclusiva em espaços sublimes, balizando o compromisso e a participação de todos na ação pedagógica.

Um reconhecimento sincero ao Prof. de Música, Jorge Almeida, pela profícua articulação, bem como, pelo empenho e exímio profissionalismo com que ensaia as crianças!

E, inevitavelmente, agradecemos ao Agrupamento de Escolas de Sta. Cruz da Trapa e à Câmara Municipal de S. Pedro do Sul, na qualidade de Parceiro Educativo, pela solicitude e pronta disponibilidade com que abraçaram esta iniciativa e nos acolheram.

Finalmente, a todos os restantes que nos receberam, Bombeiros, ARCA, Centro de Saúde e por oportunidade, pastelaria Pedregal, ótica Sta. Barbara e pessoas da comunidade com quem as crianças se cruzavam, pelo acolhimento caloroso que nos dispensaram, o nosso sentido e afetuoso obrigado!

Corroborando o pensamento de Chico de Assis, “um povo sem memória é um povo sem história”, as crianças num ambiente de partilha, pleno de alegria e fortes emoções, continuam a manter viva a memória e as raízes culturais de um povo.

O JI, sala 2, numa perspetiva de carinho e amizade, formula votos de um Novo Ano, 2023, repleto de saúde, alegria, excelentes oportunidades e energias positivas!

Projeto Parlamento dos Jovens

No dia 9 de janeiro as turmas do 9.º ano da EBI de Santa Cruz da Trapa receberam a visita do deputado da Assembleia da República, João Paulo Rebelo (antigo secretário de estado da juventude e do desporto) que veio à escola para apresentar algumas curiosidades sobre o parlamento, reforçando a importância da democracia em Portugal e no mundo. 

Neste encontro, os jovens tiveram, ainda, a oportunidade de colocarem algumas questões pertinentes sobre o tema deste ano para o projeto Parlamento dos Jovens que está relacionado com a “Saúde Mental nos Jovens: Que desafios? Que respostas?”.  

No presente ano letivo, teremos duas listas a concorrer para representarem a nossa escola na sessão distrital, que terá lugar em Viseu.

Na última semana, nas aulas de cidadania e desenvolvimento, os jovens envolvidos estiveram a preparar a campanha eleitoral e a discutir as propostas que irão apresentar na sessão escolar que acontecerá no dia 26 de janeiro.

Decoração da rotunda em S. Pedro do Sul, com árvore de Natal.

A Câmara Municipal de S. Pedro do Sul desafiou as escolas locais a criar uma árvore de Natal com dois metros de altura.

A “Decoração Natalícia” continua a proporcionar momentos de magia e animação em S. Pedro do Sul. Um dos pontos altos deste evento centra-se nas decorações de Natal que podem ser apreciadas nas várias rotundas da cidade, com a criação de árvores de Natal criadas por alunos dos dois Agrupamentos do concelho. 

A Câmara Municipal desafiou as escolas locais a criar livremente árvores de Natal nas principais rotundas da cidade, como forma de envolver estas instituições, com os seus alunos e docentes, nas celebrações desta época natalícia. Deste desafio, na nossa escola, surgiu uma árvore feita com paletes e garrafas Pet.

Inovação e imaginação não faltaram nesta estrutura artística que, reaproveitando material reciclado acrescido de instalações luminosas, reforçam o espírito natalício da cidade nestes tempos incertos que todos vivemos.

O resultado desta iniciativa embelezou a rotunda do escritor David Almeida em S. Pedro do Sul até ao dia 6 de janeiro.

Desde já o nosso muito obrigado à Câmara Municipal pelo convite e a todos os alunos dos 2.º e 3.º ciclos que nela participaram.

Um agradecimento especial ao senhor Paulo Manuel de Pinto Gomes Almeida, encarregado de educação dos alunos, Fábio Almeida, do 6.º B, e da Lara Almeida, do 9.º A, e o senhor Filipe Jorge Meneses dos Santos, encarregado de educação do aluno Daniel Santos, do 6.º B, pela disponibilidade demonstrada na execução da estrela e árvore de Natal.

Cantar as Janeiras/Reis (JI SCT)

No dia seis de janeiro, deu-se cumprimento à atividade prevista na PAA. Cumprindo a tradição, as crianças do Jardim de Infância de Santa Cruz da Trapa percorreram as ruas desta vila, visitando os espaços comerciais e cantando a canção que aprenderam com o apoio dos pais/encarregados de educação. Esta atividade permitiu preservar e reviver tradições locais e regionais, contribuindo ainda para desenvolver aptidões relacionadas com a cultura musical.

As crianças espalharam alegria e magia, aquecendo os corações de todos intervenientes.